O pior dos curtas indicados ao Oscar é justamente o vencedor... Enfim a hipocrisia. Normal no Oscar rs Isso sem falar na temática já ser meio batido, por isso a tal "polêmica" de ser ou não plágio do curtinha brasileiro. Infelizmente, pessoal de Hollywood não assiste nada de fora da sua bolha, aí veem algo assim e ficam maravilhados.
Convenhamos, não é nada legal ter que comprovar que é humano nas diversas coisas que fazemos internet afora. O tal do CAPTCHA é insuportável, e agora com o crescimento da IA nem sei se será tão fundamental assim… mas isso fica para depois. O fato é que Lara (Ellen Parren), uma produtora musical, passa por isso ao não conseguir concluir um download. Depois de muito tentar, ela responde a uma série de perguntas e é sacramentado: você é um robô!
Robô, eu? Como assim, gente?
É nessa pegada de ficção científica e muita angústia existencial que Vitória Warmerdam reflete sobre a nossa existência em um mundo dominado pelos homens e também pela tecnologia, e a união dos dois pressupõe quase que um poder divino e manipulado.
Sentiram o impacto? Warmerdam questiona esse lugar da mulher em meio ao uso de tecnologia avançada e que até um robô está a serviço dele; do homem, como “uma boneca inflável que pensa”, ou mais ou menos isso que ela esbraveja.
É um tema que pode parecer episódio de Black Mirrors da vida, mas que faz total sentido, não vamos ser tão ingênuos quanto a isso. Em pouco mais de vinte minutos, há uma história redonda. As vezes sinto gosto de quero mais quando vejo curtas, senti vendo este, mas fiquei bem completado com seu início, meio e fim.
Acho que o problema do filme é o tema batido e a execução lenta. E tem um curta brasileiro com o mesmo título, só que é mais divertido.
Lembra o filme Acompanhante Perfeita.
Eu gostei. De ambos, inclusive.
25/03/2025.
O pior dos curtas indicados ao Oscar é justamente o vencedor... Enfim a hipocrisia. Normal no Oscar rs
Isso sem falar na temática já ser meio batido, por isso a tal "polêmica" de ser ou não plágio do curtinha brasileiro.
Infelizmente, pessoal de Hollywood não assiste nada de fora da sua bolha, aí veem algo assim e ficam maravilhados.
Convenhamos, não é nada legal ter que comprovar que é humano nas diversas coisas que fazemos internet afora. O tal do CAPTCHA é insuportável, e agora com o crescimento da IA nem sei se será tão fundamental assim… mas isso fica para depois. O fato é que Lara (Ellen Parren), uma produtora musical, passa por isso ao não conseguir concluir um download. Depois de muito tentar, ela responde a uma série de perguntas e é sacramentado: você é um robô!
Robô, eu? Como assim, gente?
É nessa pegada de ficção científica e muita angústia existencial que Vitória Warmerdam reflete sobre a nossa existência em um mundo dominado pelos homens e também pela tecnologia, e a união dos dois pressupõe quase que um poder divino e manipulado.
Sentiram o impacto? Warmerdam questiona esse lugar da mulher em meio ao uso de tecnologia avançada e que até um robô está a serviço dele; do homem, como “uma boneca inflável que pensa”, ou mais ou menos isso que ela esbraveja.
É um tema que pode parecer episódio de Black Mirrors da vida, mas que faz total sentido, não vamos ser tão ingênuos quanto a isso. Em pouco mais de vinte minutos, há uma história redonda. As vezes sinto gosto de quero mais quando vejo curtas, senti vendo este, mas fiquei bem completado com seu início, meio e fim.