Mike Ryan (Pierce Brosnan) é um homem de negócios bem-sucedido, mas que possui um mal relacionamento profissional com um jovem consultor de informática. O rapaz começa a assediar a filha de Mike e passa a usar suas habilidades com a tecnologia para ameaçar os negócios, a família e a vida dele.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Uma história mediana sobre um rico (que continuou rico, cabe ressaltar), que foi perseguido por um carinha da TI que é bem dodói da cabeça (não dê confiança para o cara que sabe suas senhas de e-mail ou sabe invadir seu computador). O ricaço só convidou ele para um churrasco, não foi para fazer parte da família. Cuidar quem você convida par sentar na mesa de sua casa.
I.T.
Direção: John Moore
Ano: 2016
Assistido em: 25/08/2025
Existem filmes que definitivamente só existem para entretenimento descartável. Eles não são feitos para serem marcantes ou memoráveis, nem para entrar para a história do cinema. Servem apenas para te distrair por uma hora e meia ou duas horas — só isso, e vida que segue. Com I.T., tive a sensação de assistir algo descartável, algo que eu iria deletar da minha cabeça poucas horas depois que os créditos subissem. Também senti que os realizadores não colocaram alma no projeto; você simplesmente não consegue encontrar emoção ali.
Mike Regan é um magnata que vive com a esposa Rose e a filha Kaitlyn em uma luxuosa casa controlada por tecnologia. Quando contrata Ed Porter para resolver problemas de informática, acaba permitindo que o técnico se aproxime da família. Obcecado por Kaitlyn, Ed inicia um jogo perigoso: invade os sistemas da casa, espiona cada movimento e manipula informações para destruí-los. Cercado pelo inimigo dentro de sua própria residência, Mike precisa lutar para proteger aqueles que ama.
A ideia de um bilionário perseguido por um psicopata hacker é boa — ainda mais considerando que o filme foi lançado há nove anos. Se tivesse sido produzido hoje, com inteligências artificiais mais avançadas, teria muito mais possibilidades de surpreender. Mas premissa boa não adianta nada se o roteiro é básico, e aí está o problema deste filme. A trama é boba, rasa e previsível.
Eles até tentam criar um antagonista interessante em Ed, oferecendo algumas explicações para seu comportamento. Mas os protagonistas são fracos, e você não se importa com eles. Aliás, ver bilionários se ferrando tornou-se quase um deleite para o público: se Ed tivesse prejudicado Mike e deixado Rose e Kaitlyn de lado, duvido que alguém realmente se importasse.
Pierce Brosnan é um excelente ator, e James Frecheville já demonstrou muito potencial em outros projetos, mas aqui ambos estão apáticos, sem graça, e é uma tristeza. Quem sabe, com um roteiro e direção melhores, essa história poderia render algo mais aprazível, mais marcante. Afinal, o tema é factível, nada fantasioso ou impossível. Mas a apresentação geral não funciona, e o resultado final é apenas assistível e esquecível, e nada mais que isso.
Mediano, vale uma assistida casual pelo Pierce Brosnan.
Bom thriller, bom suspense, Pierce Brosnan está perfeito no papel de um milionário dono de empresa. Se o final poderia ser melhor? difícil dizer, acho que ficou bem assim.
Revi agora e continuo gostando. Gostei da atuação do vilão 😉