Todos os dias, um pai e o filho saltam de paraquedas da sua casa vertiginosa e fria, presa a uma falésia, para irem à aldeia no chão, bem longe onde vendem o gelo que produzem diariamente.
8.0 - Uma multipremiada curta-metragem de animação portuguesa, realizada por João Gonzalez, que inclusíve seria nomeada ao Óscar de Melhor Curta de Animação. A história segue um pai e um filho, que vivem numa cabana situada numa falésia, onde produzem gelo que depois vendem, lá em baixo, no vale, numa aldeia ou vila. Trata-se de uma pequena história, feita de animação de estilo tradicional, que foi muito bem recebida, com vários prémios em festivais de cinema, ganhando inclusíve um Annie Award (N. do R. - são, eles próprios, uma espécie de Óscares da Animação) e culminando na sua nomeação ao Óscar americano.
Pai vive com o filho numa casa pendurada no alto da montanha - me causou vertigem quando olhavam para baixo - e todos os dias eles saltam de paraquedas para vender gelo. Um curta que pode ter muitas interpretações, pois existem muitos detalhes a serem observados, e um dos que mais me chamou a atenção é o fato de sair de casa para trabalhar realmente é saltar de paraquedas; se o paraquedas vai abrir e você vai voltar para casa é outra história. Temas como luto, solidão, consumismo, talvez, até escassez, permeiam o curta. Como eu disse, em apenas 14 minutos muitos detalhes são visíveis, necessitando rever algumas vezes para tentar interpretar.
8.0 - Uma multipremiada curta-metragem de animação portuguesa, realizada por João Gonzalez, que inclusíve seria nomeada ao Óscar de Melhor Curta de Animação.
A história segue um pai e um filho, que vivem numa cabana situada numa falésia, onde produzem gelo que depois vendem, lá em baixo, no vale, numa aldeia ou vila.
Trata-se de uma pequena história, feita de animação de estilo tradicional, que foi muito bem recebida, com vários prémios em festivais de cinema, ganhando inclusíve um Annie Award (N. do R. - são, eles próprios, uma espécie de Óscares da Animação) e culminando na sua nomeação ao Óscar americano.
Muito bonito esteticamente.
Poético, lúdico, reflexivo.
A beleza dos detalhes, nas entrelinhas da vida.
Pai vive com o filho numa casa pendurada no alto da montanha - me causou vertigem quando olhavam para baixo - e todos os dias eles saltam de paraquedas para vender gelo. Um curta que pode ter muitas interpretações, pois existem muitos detalhes a serem observados, e um dos que mais me chamou a atenção é o fato de sair de casa para trabalhar realmente é saltar de paraquedas; se o paraquedas vai abrir e você vai voltar para casa é outra história. Temas como luto, solidão, consumismo, talvez, até escassez, permeiam o curta. Como eu disse, em apenas 14 minutos muitos detalhes são visíveis, necessitando rever algumas vezes para tentar interpretar.
Que curta lindo!
Acho que há inúmeras interpretações...
Essa pode ser uma metáfora sobre luto...que isola a gente em um local frio e solitário.
Também cabe a ideia de que eles morreram e encontraram com a mãe/esposa na passagem.