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Cheyenne Rogers (Ford), um caçador de recompensas, viaja até Red Valley, onde conhece e enamora-se de Allison MacLeod (Evelyn Keyes). Tentará então, de levar uma vida fastada do seu passado, porém não será fa´cil. Western que se passa em 1860 e tem como protagonista o xerife Upton (Randolph Scott), que tenta manter a lei numa pequena cidade de Utah. Seu principal problema e com seu amigo Cheenne (Glenn Ford), que durante algum tempo foi um deliquente, mas se aposentou há muitos anos. Quando o banco é roubado, Cheyenne se converte, diante dos olhos da comunidade, no principal suspeito. Somente seu amigos parece estar convencido da sua inocência. Um dos primeiros filmes rodados em Technicolor, e também a primeira pareceria entre o ditador Charles Vidor e Glenn Ford, que depois alcançariam a glória com Rita Hayworth, em Gilda (1946) e Os Amores de Carmen (1948). O conflito entre a lei e a amizade.
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Com um bom elenco e diretor pensei que fosse um westen mais memorável. Mas trata-se apenas de um faroeste aventuresco com muitas pitadas de humor destes que passavam tranquilamente numa sessão vespertina. Glen Ford, Randolph Scott e Evelyn Keyes são as principais atrações.
08/07/2023
tem uma cena bem legal
mais e regular
nada demais
Com belíssima fotografia, esse filme traz uma estória batida no gênero, mas que sempre faz-nos ficar presos frente à tela: a emoção das situações narradas. Boas atuações, principalmente do iniciante Glenn Ford; direção firme e coerente de Charles Vidor (que era especialista em dramas).
"Além de Scott e Glenn Ford, “Império da Desordem” tinha ainda no elenco os nomes de Claire Trevor e de Evelyn Keyes, esta namorada e futura esposa de Charles Vidor (depois Evelyn se casaria também com John Huston). Baseado em história de Max Brand, mesmo autor de “Destry Rides Again” (Atire a Primeira Pedra), o roteiro de Robert Carson foi concebido para tornar “Império da Desordem” um retumbante sucesso para um público que se ressentia de grandes faroestes. O elenco de apoio contando com os nomes de Guinn ‘Big Boy’ Williams e Edgar Buchanan, além dos veteranos Porter Hall, Irving Bacon e Raymond Walburn seria garantia de momentos engraçados como os muitos criados no grande sucesso que foi “Atire a Primeira Pedra”. Mas “Império da Desordem” não resultou no êxito esperado ainda que contenha tudo que os fãs do gênero gostem de assistir num interessante e movimentado faroeste." Westerncinemania.
Recomendo.
Lançado em 1943, é um dos primeiros filmes Technicolor da Columbia Pictures, que chacoalhou o mercado cinematográfico americano da época com a novidade tecnológica! A imagem no Technicolor era realçada, as cores carregavam nova perspectiva, o enquadramento melhorava, enfim, o campo de visão do público submetia-se a outra configuração. Em “Império da desordem”, percebe-se especialmente a qualidade da fotografia, mas o que viria em filmes futuros marcaria mais a memória das pessoas.
Trazia o astro do western Randolph Scott, e tinha ainda um Glenn Ford novinho em folha, então com 27 anos - depois atuaria em uma dezena de faroestes, como “A pistola do mal”. O roteiro empolgante de Robert Carson, ganhador do Oscar de roteirista pela primeira versão de “Nasce uma estrela” (1937), segura o telespectador na cadeira, aliado à formidável direção do icônico Charles Vidor, dos clássicos “À noite sonhamos” (1945) e “Gilda” (1946). A trama segue os ingredientes do western: rivalidade, vingança, brigas com bala por todo lado, o mocinho versus o bandido. E No meio disso tudo, há um romance entremeado (no papel feminino, a da condessa, Claire Trevor), e para fechar o trio masculino, outro nome do cinema faroeste, Edgar Buchanan (de “Pistoleiros do entardecer”, de novo com Randolph Scott). Para apreciadores do gênero, uma boa pedida!
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Faroeste cômico bem convencional que foi o primeiro recurso em Technicolor da Columbia. Baseado em uma história de Max Brand (1892-1944), o filme é sobre um bandido procurado que chega à cidade para roubar um banco que já foi detido. As cores são impressionantes, a estória é boa, mesmo que rotineira, o elenco tem nomes de peso e a boa ação cumpre o prometido.
Vale conferir a cena em que há uma briga e quebradeira no saloon em que um grupo joga cartas e age como se nada tivesse acontecendo.
Créditos de abertura e fechamento: 1863 - a mais nova fronteira era Utah - o ouro de Utah eram seus cavalos selvagens, que o Exército da União estava procurando comprar. Os homens correram para esta nova fronteira - alguns para quebrar esses cavalos - outros para infringir a lei. Os créditos de abertura dos personagens principais são mostrados como páginas com fotografias em um livro de metal com o título "The Desperadoes".