As férias se transformam em desastre quando Kyle e seus amigos escapam de um acidente de avião nos desertos Everglades da Louisiana, apenas para descobrir que há algo mais perigoso à espreita nas águas rasas.
Ref: 16 de outubro de 2025 — foi quando assisti Sem comentários. Minha cabeça tá doendo, não quero pensar, e muito menos opinar. Só tenho uma coisa à dizer: era pro casal ter ficado vivos e juntos, era pra aquela desgraçada da Malika ter morrido. Eu trocaria mil vezes aquela mulher e a Zoe pelo Sam e a Malika (bom, o Sam ia de base msm, não ia fazer mal só fazer uma troca por alguém que já ia morrer.) — não! Melhor, só trocava a Zoe pela Malika. Final feliz ☺️
é ruim, a protagonista é péssima...mas até q tem umas mortes decentes, uns efeitos interessantes...e deixaram até bastante gente pra virar almoço de jacaré...isso é bom! tirando a burrada absurda da outra menina lá, até q o saldo é bom... só estou até agora me perguntando:
como aquele jacaré foi parar no telhado; de onde saiu aquele isqueiro e...ela voltou pra pegar a mochila com as cinzas???? pq ela largou a mochila na sala do rádio...
enfim, é ruim mas tem uns bons momentos, vale perder uns minutos pra ver...
Sendo sincero o filme poderia ser muito bom, a história até que interessante mas os personagens não conseguem entregar algo a mais no começo. O filme só fica melhorzinho quando vai se aproximando do final. de 0/10 eu dou uns 4,0.
Se o avião de The Bayou tivesse explodido em milhões de pedacinhos, seria um final perfeito. Mas o filme insiste em continuar — e o público é punido junto. O grupo sobrevive apenas para cair num pântano tomado por jacarés mutantes. O verdadeiro terror, porém, não vem das criaturas, e sim dos diálogos: chatos, inúteis e recitados com a energia de quem também queria estar morto. Entre uma briga e outra, a protagonista em luto revive traumas por meio dos piores flashbacks já filmados. E quando alguém, em meio aos destroços fumegantes, pergunta se o avião “ainda voa”, o filme atinge um novo tipo de desastre. O CGI é tão grotesco que os jacarés parecem feitos de arrependimento digital. No fim, The Bayou tenta ser épico, mas só comprova uma lição simples — nem todo acidente precisa de sobreviventes.
A direção é ruim, esse efeito da câmera tremendo enquanto está ocorrendo o acidente é péssimo. Os atores são ok, mas o enredo, mais clichê impossível. O melhor mesmo são os crocodilos, e é só o que vale no filme. Uma bobagem.
Ref: 16 de outubro de 2025 — foi quando assisti
Sem comentários. Minha cabeça tá doendo, não quero pensar, e muito menos opinar. Só tenho uma coisa à dizer: era pro casal ter ficado vivos e juntos, era pra aquela desgraçada da Malika ter morrido. Eu trocaria mil vezes aquela mulher e a Zoe pelo Sam e a Malika (bom, o Sam ia de base msm, não ia fazer mal só fazer uma troca por alguém que já ia morrer.) — não! Melhor, só trocava a Zoe pela Malika. Final feliz ☺️
é ruim, a protagonista é péssima...mas até q tem umas mortes decentes, uns efeitos interessantes...e deixaram até bastante gente pra virar almoço de jacaré...isso é bom! tirando a burrada absurda da outra menina lá, até q o saldo é bom...
só estou até agora me perguntando:
como aquele jacaré foi parar no telhado; de onde saiu aquele isqueiro e...ela voltou pra pegar a mochila com as cinzas???? pq ela largou a mochila na sala do rádio...
enfim, é ruim mas tem uns bons momentos, vale perder uns minutos pra ver...
Sendo sincero o filme poderia ser muito bom, a história até que interessante mas os personagens não conseguem entregar algo a mais no começo.
O filme só fica melhorzinho quando vai se aproximando do final.
de 0/10 eu dou uns 4,0.
Se o avião de The Bayou tivesse explodido em milhões de pedacinhos, seria um final perfeito. Mas o filme insiste em continuar — e o público é punido junto. O grupo sobrevive apenas para cair num pântano tomado por jacarés mutantes. O verdadeiro terror, porém, não vem das criaturas, e sim dos diálogos: chatos, inúteis e recitados com a energia de quem também queria estar morto. Entre uma briga e outra, a protagonista em luto revive traumas por meio dos piores flashbacks já filmados. E quando alguém, em meio aos destroços fumegantes, pergunta se o avião “ainda voa”, o filme atinge um novo tipo de desastre. O CGI é tão grotesco que os jacarés parecem feitos de arrependimento digital. No fim, The Bayou tenta ser épico, mas só comprova uma lição simples — nem todo acidente precisa de sobreviventes.
A direção é ruim, esse efeito da câmera tremendo enquanto está ocorrendo o acidente é péssimo. Os atores são ok, mas o enredo, mais clichê impossível. O melhor mesmo são os crocodilos, e é só o que vale no filme. Uma bobagem.