Para escapar da prisão, Steve Boland alista-se no Exército e é enviado à Alemanha no fim da 2ª Guerra. Lá, conhece e se apaixona pela bela Ilsa e, através dela, descobre o plano de um grupo nazista que se infiltrou nas tropas americanas com o objetivo de matar o General Eisenhower.
Um dos 1ºs filmes em que Bronson não se apresenta mais como 'Charles Buchinsky' na tela.
Distribuído pela Paramount Pictures.
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Melodrama de guerra da Segunda Guerra Mundial em preto e branco que foi apenas o 2° de 4 filmes que Kenneth G. Crane (1907-1995) dirigiu na carreira, pois era mais especializado como editor de filmes. É sobre um soldado que encontra uma razão de viver enquanto ajuda a impedir uma tentativa nazista da vida do General Dwight Eisenhower.
Charles Bronson (1921-2003) recebeu um crédito de "apresentação" no início do filme, embora essa produção tenha sido feita em 1958 e Bronson estivesse fazendo filmes desde 1951. Provavelmente, o ator tinha se envergonhado deste seu trabalho ao longo da carreira, pois nem ele consegue salvar um filme de guerra tão convencional e rotineiro como esse. Richard Jaeckel (1926-1997) é o outro nome de peso na trama mas, mesmo assim, tem menos tempo na tela do que seu parceiro principal.
Em 1945, um soldado americano durão, Steve Boland, se apaixona por uma mulher alemã, Ilsa, enquanto tropas alemãs de uniforme americano realizam sabotagem e assassinato atrás das linhas aliadas.
No Brasil, esse filme também é conhecido por outro título: "Atrás das Linhas Aliadas", e já foi exibido no Telecine Cult. O filme é bom, há de se destacar a presença do Bronson, e a presença do ator Richard Jaeckel. Mas uma coisa me chamou muito a atenção, a péssima atuação da atriz Violet Rensing, no papel de Ilsa. Ela não me passou credibilidade nenhuma, infelizmente.