Não tem nada que já não tivesse visto. A diferença é como tudo é posto em pratos limpos. Os filmes orientais, bons, sempre procuram ''dar nome aos bois''. Bem diferente dos filmes americanos onde 'coisas no ar' são um costume.
Não sei se dou azar, mas os filmes de terror que tenho visto dessa safra tailandesa são fraquinhos. Eles têm um orçamento e produção caprichada, e até se esforçam em serem assustadores, mas a falta de ideias mais invetivas do que casas enormes e escuras, maldições de objetos e trilha sonora estridente e crianças possuídas acabam afastando o sucesso dos esforços em assustar. Com esse daqui não é diferente. Não estou dizendo que é ruim, mas é esquecível e sem atrativos. É um bom passatempo e só, embora poderia ter sido mais curto. Gasta loooooongos minutos explicando as situações e as mostrando sobre outros longos sem motivo para tanta explicação. Se fosse mais condensado e deixasse de querer ficar dando explicação para tudo sem necessidade poderia ter sido melhorzinho. O trecho final é até interessante. P.S.: Que capa horrenda. Nota: 7.0.
No seu inicio nao botei fé, as coisas desencontradas, parecia ser o mais o mesmo de sustinhos e criaturas do cinema de terror dos tigres asiáticos, a única coisa interessante e que me parecia uma bela homenagem aqueles filmes de seitas e bruxas do final dos anos 70.
Estava achando a mãe muito histericazinha e o pai um pamonha, mas ai, o filme deu uma guinada quando passou a contar a versão do pai, parecia que tinha começado ali, tudo começou a fazer sentido, os comportamentos, foi se encaixando, e mais uma vez a visão mudou,, da seita e do filme...
E ainda temos a terceira visão, da seita ate tudo se juntar, e a ideia se formar, e toda á impressão do inicio ir por terra, em um filme muito bom, com uma boa historia, souberam levantar um misterio, cenas sinistras e a homenagem a filme de seitas, a pequena da show de interpretação, e o seu final e bem bacana saindo do usual..
Não tem nada que já não tivesse visto. A diferença é como tudo é posto em pratos limpos. Os filmes orientais, bons, sempre procuram ''dar nome aos bois''. Bem diferente dos filmes americanos onde 'coisas no ar' são um costume.
Bizarro! Recomendo fortemente.
Filmão
Não sei se dou azar, mas os filmes de terror que tenho visto dessa safra tailandesa são fraquinhos. Eles têm um orçamento e produção caprichada, e até se esforçam em serem assustadores, mas a falta de ideias mais invetivas do que casas enormes e escuras, maldições de objetos e trilha sonora estridente e crianças possuídas acabam afastando o sucesso dos esforços em assustar. Com esse daqui não é diferente.
Não estou dizendo que é ruim, mas é esquecível e sem atrativos. É um bom passatempo e só, embora poderia ter sido mais curto. Gasta loooooongos minutos explicando as situações e as mostrando sobre outros longos sem motivo para tanta explicação. Se fosse mais condensado e deixasse de querer ficar dando explicação para tudo sem necessidade poderia ter sido melhorzinho. O trecho final é até interessante.
P.S.: Que capa horrenda.
Nota: 7.0.
No seu inicio nao botei fé, as coisas desencontradas, parecia ser o mais o mesmo de sustinhos e criaturas do cinema de terror dos tigres asiáticos, a única coisa interessante e que me parecia uma bela homenagem aqueles filmes de seitas e bruxas do final dos anos 70.
Estava achando a mãe muito histericazinha e o pai um pamonha, mas ai, o filme deu uma guinada quando passou a contar a versão do pai, parecia que tinha começado ali, tudo começou a fazer sentido, os comportamentos, foi se encaixando, e mais uma vez a visão mudou,, da seita e do filme...
E ainda temos a terceira visão, da seita ate tudo se juntar, e a ideia se formar, e toda á impressão do inicio ir por terra, em um filme muito bom, com uma boa historia, souberam levantar um misterio, cenas sinistras e a homenagem a filme de seitas, a pequena da show de interpretação, e o seu final e bem bacana saindo do usual..
Esses tailandeses me surpreenderam..