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É quase verão na Suécia, proliferam indiscrições e más condutas. Leif gosta de se exibir para seus amigos e faz brincadeiras obscenas, especialmente quando está bêbado. Entretanto, a virtuosa professora da escola fundamental não sabe como impor limites: ela insiste que seus colegas professores necessitam de alguma orientação. Então há duas jovens adolescentes que gostam de posar para fotos sexies e dar festas. Porém, uma noite, no parque, um estranho encontra uma das garotas desmaiada pelo excesso de bebida. Um olhar bem-humorado sobre aprender, repreender e dar limites.
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Filme: Involuntário (Sem Querer)
País: SUE
Ano: 2008
Diretor: Ruben Östlund // Visto no dia 08/09/2023
Filme que tenho uma lembrança bem vaga sendo sincero. Não lembro quase do filme, sendo sincero. Então vou citar pequenos fragmentos que lembro por cima para tentar traduzir a minha impressão da primeira vez que vi. Filme que retrata o cotidiano de pessoas suecas. Temos 5 histórias que se conectam por um fio condutor: comportamento, modo do ser humano interpretar a realidade, viver a vida, moralidade do mesmo abordado em cada história. Nem todas as histórias funcionam, que é natural. Não sei especificar qual. Temas como pressão social, aceitação social, necessidade de validação ainda mais de mulheres bem jovens (como na capa do filme aqui no letterboxd) como também de outros personagens citados. E isso tem o mundo da internet, da estética, dos olhares, da sociedade, moralidade tudo misturado sendo avaliado e mostrado pelo diretor Ruben Ostlund. Lembro disso. O diretor do filme tem se mostrado um grande nome do cinema sueco atual, tem outros filmes que estão fazendo sucesso na sua carreira inclusive aqui no continente americano: Triângulo da Tristeza, The Square, Força Maior, de 2022, 2017 e 2014. Todos sucessos e o diretor é bem premiado na sua carreira. Vale dá uma atenção para a sua filmografia. Mas esse filme aqui, preciso rever para avaliar melhor. Pela minha nota sem avaliações de anos atrás está aqui. Esse vou colocar como prioridade para revisitar.
Nota: 6,5
um filme de hiperligacao (o q eh diferente de filmes antologicos) com 3 das estorias bem interessantes em seus pos-atos. Ja nao gostei das cenas das adolescentes e da festa dos ricos, foi um pouco distante e tratada como algo casual, apesar de em ambas, a morte estava rondando.
Eu estou vendo a filmografia do Ruben de tras pra frente e este eh mais uma obra q mostra q ele eh um diretor criativo e inventivo dentro do cotingente e cotidiano.
Situações cotidianas, com uma técnica de filmagem estática e com alguns personagens fora de quadro, o que nos coloca na condição de voyeur incompleto. As histórias em si, nem todas são interessantes.
Várias pequenas histórias que se conectam em seu olhar atento ao ser humano. A conexão é a ruptura, com as fraquezas e incertezas que escondemos ou que mascaramos de alguma forma, seja pela bebida ou por mostrar uma força inexistente, seja pela imaturidade ou imposições do grupo social. Um filme que fica mais interessante quando se tem todo o conjunto, trabalho do sueco Ruben Östlund de 2008, que cada vez se torna seus trabalhos mais interessante, como The Square e Triangle of Sadness. Bom trabalho de câmera e um elenco interessante ajudam a construir esse mosaico.
O dilema é bem trabalhado dentre as histórias que se conectam através da moralidade dúbia que compartilham. Algumas mais eficazes que outras mas num geral bem efetivo.