Uma trágica história de amor ambientada na virada do milênio em Milão. O filme acompanha a queda de uma família burguesa, devido à força da paixão e do amor incondicional.
Guadagnino nos conquista com a beleza da composição de cada cena, que consegue transmitir os sentimentos dos personagens mesmo com diálogos minimalistas. A frieza e arrogância da família no jantar do patriarca Recchi, a cena do restaurante onde Emma, encantada pelo prato preparado por Antônio, reflete sobre sua vida e seus desejos são exemplos de cenas que nos conduzem por detalhes sem precisar nos explicar nada. Tilda Swinton é minha atriz favorita e sua atuação como Emma é incrível, e nos faz pensar sobre o significado de ser o pilar que sustenta e une a família e sobre o preço a se pagar por isso. A fotografia de Yorick Le Saux é belíssima e define o contraste entre a suntuosa residência dos Recchi e o campo onde Antônio planeja estabelecer um restaurante, contraste esse que é a chave dos conflitos internos de Emma.
comer bem e ser bem comida, quem não se apaixonaria?
Drama com toques trágicos,que remete ao cinema italiano clássico.O diretor mostra talento.
Guadagnino nos conquista com a beleza da composição de cada cena, que consegue transmitir os sentimentos dos personagens mesmo com diálogos minimalistas.
A frieza e arrogância da família no jantar do patriarca Recchi, a cena do restaurante onde Emma, encantada pelo prato preparado por Antônio, reflete sobre sua vida e seus desejos são exemplos de cenas que nos conduzem por detalhes sem precisar nos explicar nada.
Tilda Swinton é minha atriz favorita e sua atuação como Emma é incrível, e nos faz pensar sobre o significado de ser o pilar que sustenta e une a família e sobre o preço a se pagar por isso.
A fotografia de Yorick Le Saux é belíssima e define o contraste entre a suntuosa residência dos Recchi e o campo onde Antônio planeja estabelecer um restaurante, contraste esse que é a chave dos conflitos internos de Emma.
Na cena final seria
uma metáfora sobre o mito da caverna de Platão?! Uma coisa a pensar…
Europeu romantiza demais a traição