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Data de lançamento
9 Set. 2001Duração
Baseado no livro de mesmo título, da autoria de Stephen E. Ambrose, a série narra a história da Companhia E (Easy Company) do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista do Exército Americano, 101ª Divisão Aerotransportada - na sua campanha na Segunda Guerra Mundial. Tal companhia participou da invasão dos exércitos americano e inglês na Normandia, no dia 6 de Junho de 1944, o famoso Dia D, além da famosa Operação Market Garden e da Batalha do Bulge.
Sob a ótica dos combatentes, narra a campanha do regimento de para-quedistas americanos, desde sua preparação ainda em Toccoa, Estado da Geórgia nos Estados Unidos, até a captura do Ninho da Águia, fortaleza de Hitler nos Alpes em Berchtesgaden.
Os eventos retratados na série são baseados em pesquisas de Ambrose e entrevistas gravadas com os veteranos da Easy Company. Algumas licenças literárias foram tomadas nos episódios, e outras diferenças a partir do livro são exibidas nos episódios[1]. Todas as personagens retratadas na Série são baseadas em membros reais da Easy Company;
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Brutal, realista e viceral, grandes atores estavam por vir nessa série com bons momentos mas que também é bem cansativa, nota 8.0/10
Conheci Band of Brothers por causa da série The Ranch. O personagem Bo, pai de Colt e Gallo, assistia à minissérie constantemente, e aquele nome ficou na minha cabeça por muito tempo. Quando surgiu a oportunidade de adquirir a série em um leilão, finalmente pude assisti-la por completo.
E que obra extraordinária. É difícil lembrar de outra produção de guerra tão bem realizada. Apesar de ter apenas dez episódios, cada um deles é cuidadosamente construído. A direção e a filmagem oferecem uma imersão impressionante, fazendo o espectador sentir o peso de eventos como o Dia D, a ocupação da França e a Batalha de Bastogne.
A fotografia é belíssima, captando paisagens e momentos marcantes com enorme sensibilidade. Mas o grande destaque, para mim, é o roteiro. A série trata seus personagens e os acontecimentos históricos com profundo respeito, trazendo diálogos e reflexões que permanecem na memória muito depois do episódio terminar.
Um dos momentos que mais me marcou envolve um soldado que admite ter ficado paralisado após saltar na Normandia por estar com medo. Seu superior responde que todos ali estavam com medo, mas que o verdadeiro problema era a esperança de sair ileso. Segundo ele, um soldado precisa aceitar a possibilidade da própria morte para agir com rapidez e cumprir sua missão. É uma reflexão dura, mas extremamente poderosa, e representa bem a maturidade com que a série aborda a guerra.
Outro mérito da minissérie é desenvolver diferentes perspectivas ao longo dos episódios. Cada capítulo destaca personagens distintos, permitindo que o espectador os conheça e se conecte com eles, algo impressionante para uma produção tão curta.
Band of Brothers entrega muito mais do que uma simples história de guerra. É uma obra sobre coragem, medo, sacrifício e companheirismo. Com personagens marcantes, roteiro excepcional, fotografia impecável e cenas de ação extremamente imersivas, a minissérie alcança tudo o que se propõe a fazer.
Para mim, é uma obra-prima e merece a nota máxima: 5 de 5.
Nossa, não tem o que falar, uma série absolute cinema!
É muito boa, mas no começo me perdi com tantos nomes e caras parecidas com cabelo curto e capacete. Mas é uma série muito bem feita, cada episódio focado em um personagem para que a gente se familiarize mais. Inclusive, vendo o discurso do oficial alemão, a gente lembra que aqueles soldados também estavam cumprindo ordens e quero acreditar que nem todos concordavam com o que estava acontecendo. Como um dos senhores que estava relatando os fatos, em qualquer outra situação eles poderiam até ser amigos dos soldados do lado oposto. Tom Hardy, Michael Fassbender, James McAvoy , Simon Pegg, Jimmy Fallon entre outros, hoje são estrelas de cinema e televisão. Valeu a pena assistir.
Uma das melhores séries já feitas. Não é só uma história sobre a guerra, mas as pessoas por trás dos soldados. Que a história os classificam como heróis de guerra, mas que na verdade são pessoas comuns como nós, com medos e coragem, talentos e inexperiências, erros e acertos, orgulhos e modéstias, competências e incapacidades, sortes e azares, alegrias e tristezas. E é por essa identificação com cada personagem que a série nos faz nos sentir como se estivéssemos lá, do lado deles, e deixar de serem simples personagens para ser como se fossem nossos próprios companheiros. Simplesmente imperdível.