Comédia musical da Spinal Tap Prod. e Embassy Pictures que é um mocumentário de estréia no cinema do ator/produtor/roteirista Rob Reiner (1947-2025) como diretor. Houve a sequência Isto é Spinal Tap 2 (25) e um filme póstumo que encerrou a trilogia e que ainda será lançado, ambos do mesmo diretor: Spinal Tap at Stonehenge: The final finale (26).
Os créditos informam que a banda Spinal Tap é fictícia e acrescentam: "E também não há nenhum Coelho da Páscoa!" Rob Reiner entrevistou todos os membros da banda. Os atores eram todos músicos competentes e realmente tocaram na trilha sonora. Grande parte dos diálogos foi improvisada. O nome da banda seria originalmente escrito "Spynal Tap".
Um clássico cult essencial dos documentários de rock. A paródia definitiva de uma turnê americana desastrosa de uma banda falsa e decadente. Ri de todos os clichês, absurdos e disparates desse mundo. Ele merece um bis por suas contribuições inestimáveis ao vocabulário do rock'n'roll e da cultura pop.
Esbanja um brilhantismo singular. Usufruir do modelo documentário faz com que "This is Spinal Tap" (1982) seja uma aula de cinema — é uma narrativa em tom satírico adornada por uma seriedade canastrona. O melhor de tudo é que as músicas são legais pra caramba.
O "documentário" é genial, porém para aprecia-lo o espectador precisa entender seu objetivo: tirar sarro das bandas de rock e heavy metal dos anos 60-70-80.
Só o fato de grande parte do público na época achar que a banda é real já é uma prova da competência do produtor/diretor e dos atores (que de fato compuseram e executaram as músicas).
Algumas cenas que são claras alegorias a fatos reais:
-A cena do solo de guitarra, já é patético por si só, aí ele fica tocando com o pé e com um outro violiono, tirando muito sarro do Jimmy Page que tocava guitarra com um arco de violino, e outros guitarristas "virtuosos" que ficam fazendo firula no palco.
-Todas as letras das músicas são idiotas e pateticamente engraçadas, tirando sarro de basicamente todas as bandas;
-O lance do Stonehenge minúsculo é satirizando shows do Led Zeppelin que tinham réplicas gigantescas das pedras;
-O empresário é completamente idiota, nunca admitindo seus erros de estratégia, ou que a banda é um fracasso; satirizando todos empresários da época;
-O lance da capa do album ser todo preto (ironicamente o Metallica fez o seu Black Album alguns anos mais tarde);
-O lance do pepino nas calças, coisa comum que os músicos faziam quando usavam aquelas calças apertadas;
-A cena onde o guitarrista toca um trecho (bem bonito por sinal) do piano, e diz que é influenciado por Mozart e Bach (o cara é um imbecil completo), e depois o nome da música é algo como "Meu pauzão de ouro".
-A cena deles reclamando das comidas de camarim é uma clara sátira aos estrelismos dos artistas, que segue até hoje em dia.
-O lance dos bateristas que morreram, (várias bandas perderam o baterista como Led Zeppelin, Rolling Stones, etc), e o lance de afogado com o próprio vomito (Bon Scott, Jimi Hendrix, John Bonham).
-O baixista ficar preso no cenário do palco, satirizando os cenários malucos que as bandas montavam;
-A cena toda onde o guitarrista mostra as guitarras dele e a caixa de som que vai até 11, por isso é mais alta que as outras, é puro suco de estrelismo dos idiotas que se achavam deuses nos anos 80;
Enfim, isso é o que me lembro agora, mas todas as cenas são sátiras de coisas que as bandas faziam em 70-80.
Enfim, se vc não pegou nenhum das referências, o filme não é pra você. Mas é excelente.
Comédia musical da Spinal Tap Prod. e Embassy Pictures que é um mocumentário de estréia no cinema do ator/produtor/roteirista Rob Reiner (1947-2025) como diretor. Houve a sequência Isto é Spinal Tap 2 (25) e um filme póstumo que encerrou a trilogia e que ainda será lançado, ambos do mesmo diretor: Spinal Tap at Stonehenge: The final finale (26).
Os créditos informam que a banda Spinal Tap é fictícia e acrescentam: "E também não há nenhum Coelho da Páscoa!" Rob Reiner entrevistou todos os membros da banda. Os atores eram todos músicos competentes e realmente tocaram na trilha sonora. Grande parte dos diálogos foi improvisada. O nome da banda seria originalmente escrito "Spynal Tap".
Um clássico cult essencial dos documentários de rock. A paródia definitiva de uma turnê americana desastrosa de uma banda falsa e decadente. Ri de todos os clichês, absurdos e disparates desse mundo. Ele merece um bis por suas contribuições inestimáveis ao vocabulário do rock'n'roll e da cultura pop.
Esbanja um brilhantismo singular. Usufruir do modelo documentário faz com que "This is Spinal Tap" (1982) seja uma aula de cinema — é uma narrativa em tom satírico adornada por uma seriedade canastrona. O melhor de tudo é que as músicas são legais pra caramba.
Simplesmente uma obra-prima do deboche.
O "documentário" é genial, porém para aprecia-lo o espectador precisa entender seu objetivo: tirar sarro das bandas de rock e heavy metal dos anos 60-70-80.
Só o fato de grande parte do público na época achar que a banda é real já é uma prova da competência do produtor/diretor e dos atores (que de fato compuseram e executaram as músicas).
Algumas cenas que são claras alegorias a fatos reais:
-A cena do solo de guitarra, já é patético por si só, aí ele fica tocando com o pé e com um outro violiono, tirando muito sarro do Jimmy Page que tocava guitarra com um arco de violino, e outros guitarristas "virtuosos" que ficam fazendo firula no palco.
-Todas as letras das músicas são idiotas e pateticamente engraçadas, tirando sarro de basicamente todas as bandas;
-O lance do Stonehenge minúsculo é satirizando shows do Led Zeppelin que tinham réplicas gigantescas das pedras;
-O empresário é completamente idiota, nunca admitindo seus erros de estratégia, ou que a banda é um fracasso; satirizando todos empresários da época;
-O lance da capa do album ser todo preto (ironicamente o Metallica fez o seu Black Album alguns anos mais tarde);
-O lance do pepino nas calças, coisa comum que os músicos faziam quando usavam aquelas calças apertadas;
-A cena onde o guitarrista toca um trecho (bem bonito por sinal) do piano, e diz que é influenciado por Mozart e Bach (o cara é um imbecil completo), e depois o nome da música é algo como "Meu pauzão de ouro".
-A cena deles reclamando das comidas de camarim é uma clara sátira aos estrelismos dos artistas, que segue até hoje em dia.
-O lance dos bateristas que morreram, (várias bandas perderam o baterista como Led Zeppelin, Rolling Stones, etc), e o lance de afogado com o próprio vomito (Bon Scott, Jimi Hendrix, John Bonham).
-O baixista ficar preso no cenário do palco, satirizando os cenários malucos que as bandas montavam;
-A cena toda onde o guitarrista mostra as guitarras dele e a caixa de som que vai até 11, por isso é mais alta que as outras, é puro suco de estrelismo dos idiotas que se achavam deuses nos anos 80;
Enfim, isso é o que me lembro agora, mas todas as cenas são sátiras de coisas que as bandas faziam em 70-80.
Enfim, se vc não pegou nenhum das referências, o filme não é pra você. Mas é excelente.
ótimos clichês, ótimas piadas e humor fino demais, filme foda!