Maria, uma jovem de 17 anos, vive nas encostas de um vulcão ativo na Guatemala e tem um casamento arranjado esperando por ela. Embora sonhe em conhecer a cidade, seu status de mulher indígena não permite que ela vá a esse 'mundo moderno'. Mais tarde, Maria engravida e uma complicação faz com que a garota seja salva justamente por esse mundo moderno. Mas a que preço?
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Marília Mendonça: Sentimento Louco
Filme denúncia e realista que faz nos lembrar o quanto renegado é o povo tradicional e ancestral. O aproveitamento da ignorância alheia é o que mais choca. Para além disso, o filme é muito bom tecnicamente, com câmera na mão quase sempre e ótima edição de som. Faz tudo ficar muito intimista. Por fim, ao contrário de alguns, pra mim o filme não chegou a ser maçante em nenhum momento.
Sempre me considerei uma pessoa bem "situada", geograficamente falando. Por outro lado tinha dificuldade em colocar em ordem a fileira de países da América Central. Depois de Ixcanul isso não se repetirá: é imperioso estudar a Guatemala imediatamente após assisti-lo. A fotografia convidativa nos permite conhecer um de seus 37 (!!!) vulcões, o Pacaya. Ponto alto também as atuações, quase profissionais, das Marias que interpretam mãe e filha. Sem falar que a língua predominante é um dialeto maia, em vias de extinção. 9,01
Em estilo quase documental este raro exemplar da Guatemala merece ser conhecido.
Maravilhoso!!!
Na parte técnica, é um filme muito bom, tem um ou outro plano meio esquisito, mas a fotografia é bonita e os takes bem contemplativo. Porém o texto é ruim, os diálogos são tão naturais que chega a ser sem graça e os personagens não são tão bem construídos, além da falta de trilha sonora atrapalhar um pouco a entrarmos no clima, mas ainda consegue nos prender por ser uma cultura bem diferente da nossa, e isso não é devido ao fato da história se passar na Guatemala mas sim por mostrar um povo indígena que descendem dos Mayas. Eu assistiria de novo numa boa, acho que dá para encarar como algo documental, mas tbm não dá para dizer que eu super recomendo.