Dirigido por
Duração
Em Las Vegas vive Fran Walker (Elizabeth Taylor), uma corista veterana que é mantida por Lockwood (Charles Braswell), um negociante de São Francisco que está feliz em pagar o aluguel e as roupas de Fran, mas não pensa em separar da esposa para assumir um compromisso com ela. Fran então começa a flertar com Joe Grady (Warren Beatty), um pianista que é viciado em jogo. Fran e Joe concordam no começo que a relação deles será baseada apenas em sexo, mas a situação foge do controle quando começam a se apaixonar.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Dificilmente eu dou uma cotação baixa a filmes com a Elizabeth Taylor, uma vez que, é uma atriz formidável. Mas, JOGO DE PAIXÕES, é difícil de chegar até o final. Como disse gosto muito da Liz Taylor, mas sua personagem aqui é aguada e parece que a personagem ficou aquém do talento da atriz. Já Warren Beatty para mim passa batido por que é um ator que nunca simpatizei muito. Os personagens são desinteressantes e a química entre os dois acendem nem faíscas. Bem fraco mesmo, uma pena!
O filme chama mais a atenção pelo contexto da produção: último filme de um dos grandes diretores da Hollywood clássica, a terceira colaboração do George Stevens com a Elizabeth Taylor, uma produção menor da atriz, que já não era mais tão apreciada pela indústria, e um pairing meio aleatório com outro grande ator, mas que deu certo.
A história é simples e não traz novidades, e o roteiro poderia ser melhor. A trilha sonora é divertida e as transições, apesar de não tão inspiradas, são bons acertos. Além disso, e do casal protagonista, eu diria que o filme acaba prendendo a atenção justamente por elementos que deixam transparecer a tentativa de adaptação de "profissionais deixados para trás" em uma década marcada por mudanças.
Vale a pena demais, ainda que não seja lá uma grande produção (aliás, não devia ser tão esquecida). Gostei mais do que pensei que gostaria, achei o ritmo ideal para a história (neste aspecto, me lembra um pouco Johnny e Frankie, com Michelle Pfeiffer e Al Pacino), embora não seja tão fluido quanto outros romances. Agora, fosse outra atriz, talvez eu não gostasse tanto, reconheço.
Hollywood mastigou, engoliu, regurgitou e cuspiu a Elizabeth Taylor, mas ela fez o mesmo com a Máquina. Viveu bem os momentos áureos e enfrentou os revezes com dignidade, e tenho certeza que foi muito feliz.
Muito bom esse drama.
442. (08/01/2020)
AH eu adoro esse tipo de filme...esse romance assim, de gente fracassada, tentando algo na vida. Só não gostei 100% pq prefiro finais mais tristes kkkkkk
A trilha lembra muito filme noir... é tipo um romance-noir ahahahh Existe isso? kkkk
E sim, os protagonistas são ótimos.
Vim por causa da Elizabeth Taylor.
Filme muito fraco....