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Duração
Joy, uma super modelo sempre procurada para as festas mais badaladas, tem uma nova oportunidade de estrelar em um filme épico que conta a misteriosa história da rainha mais notória do Egito: Cleópatra. Famosa por combinar trabalho e prazer, Joy se entrega de corpo e alma à nova aventura e atira-se num mundo onde a fantasia, a realidade e a era mais sensual da história se unem! Um mundo ocupado por prazeres exóticos, perigo e muita excitação!
Melhor cena é a Zara falando pra amiga da estreia dela em um filme adulto, House of Dreams, que é exatamente o primeiro filme dela, um dos cults do diretor Andrew Blake, lançado no Brasil com o título A Anfitriã da Casa dos Sonhos.
Raridade ''perdida'' e ''engavetada'' dos anos ''90''... Joy e o Faraó é um filme ''ridiculamente esquisito'', repleto de ''sexo'' softcore(5% mais quente, contem uma breve cena ''felativa'' lésbica), com atores ridículos, situações extremante despachantes e ''nenhum fator roteirístico.'' A película que opta por impor uma metalinguagem esdruxula apenas com desculpas para ''enxertar'' cenas de nudez e bacanais, com direito a varias sequencias puramente gratuitas, como se quisessem ''zombar'' dos peculiares costumes do Egito Antigo. ''Joy et Joan chez les pharaons'' cairia como uma luva na extinta grade Cine Band Prive; será que já passou? Fora isso nem espere uma minima história; ''pois aqui não tem'', mesmo assim é um exemplar que merece ser assistido, simplesmente pela sua raridade.