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Data de lançamento
10 Junho 2022Duração
Quatro anos após a destruição da Ilha Nublar, os dinossauros agora vivem - e caçam - ao lado de humanos em todo o mundo. Contudo, nem todos répteis consegue viver em harmonia com a espécie humana, trazendo problemas graves. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história em uma nova era. Os ex-funcionários do Parque dos Dinossauros, Claire e Owen se envolvem nessa problemática e buscam uma solução, contando com a ajuda dos cientistas experientes em dinossauros: Alan Grant, Ellie Sattler e Ian Malcolm.
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Trouxeram o elenco original pq sabiam que não ia ter mais nada que salvasse isso aqui.
uma excelente ideia, Sim, uma excelente ideia, estamos todos exauridos de filmes de dinossauros super violentos e infinitamente vorazes com uma fome infinita, que tudo que sabem fazer é morder e rugir, e o que esse filme faz ? sim, ele muda de foco, não pra répteis pré históricos, mas para gafanhotos que destroem plantações inteiras e dessa maneira controlam comercio, e a política, e isso é ABSOLUTAMENTE genial!! mas ai eu te pergunto, como eles estragaram isso? primeiro com o foco em ação com os atores mais sem sal da atualidade Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, contratar eles dois é pedir por um filme chato e com péssimas atuações, fora as forçações de barra, no filme anterior ela correu mais do que um T-rex de salto, nesse ela faz parkour mais rápido que um Raptor, os atores mais "desconhecidos" tendo atuações ruins é até ignorável, mas eles dois tomam tipo uns 70% do tempo em filme, os antigos atores retornam só pra aparecer no poster e fisgar você pela nostalgia, eles praticamente não aparecem ou fazem nada, e como o filme fracassou? mudaram o foco do que está interessante para o que não está, parece até uma espécie de contrato secreto de Hollywood, se um filme levanta algum ponto de roteiro interessante, você precisa parar tudo, fingir que aquilo não existiu e enfiar 40 minutos de ação gratuita e desconexa de todo o resto, do qual vai destoar totalmente do resto do filme, eles literalmente tinham ouro e precisam cobrir de merda ou então não leva o selo de Hollywood, Jurassic park já foi uma grande franquia em seu tempo, já hoje é aquela cantora fanha, ranhenta e desafinada, que insiste em não se aposentar, e Jurassic park já deveria ter se aposentado, não tem mais suco nesse bagaço de laranja, não importa o quanto tentem espremer.
Bem forçada a ação nesse filme. Estou seguindo a ordem e até agora esse é de longe o pior. Os anteriores ainda conseguem serem bons ou algo proximo disso, maas esse tem que fazer um esforço para nao quitar. Acho medonho como é forçada essa ruiva gostosa, os caras entram numa fazendo cheia de maluco armado, fogem de perseguição debaixo de tiros e em meio a dinossauros como se fosse evento de rotina e nada demais. Medonho, escabroso! Me lembrou aquela bomba do filme "2012". Chega a ser caricato, como se a produção desse filme esperassem que o público dele fosse apenas infantil.
Tem Alguns Spoilers...
"...Humanos e dinossauros serão forçados a coexistir. Essas criaturas estavam aqui antes de nós, e, se não tivermos cuidado, estarão aqui depois. Precisaremos nos ajustar a novas ameaças inimagináveis. Entramos em uma nova era. Bem-vindos ao Jurassic World."
O discurso apocalíptico do Dr. Ian Malcolm no final do filme anterior deveria estar tatuado na testa e na bunda de qualquer um que ousa brincar de Deus. Em "Jurassic World: Domínio", Colin Trevorrow fecha a trilogia entregando a realização do sonho que começou nos anos 90: um planeta onde humanos e dinossauros são forçados a viver juntos. O filme abandona as amarras da ilha de vez para nos jogar numa aventura global com ritmo frenético de filme de espionagem, perseguições em alta velocidade e o caos pré-histórico tomando conta do cotidiano.
A grande força do filme está no encontro épico de duas gerações. De um lado, temos Owen e Claire vivendo no limite para proteger a jovem Maisie — a chave genética de toda essa bagunça — e resgatar criaturas pelo mundo; do outro, o retorno triunfal do trio clássico de 1993, Ellie Sattler, Alan Grant e Ian Malcolm, reunidos para desmascarar as maquinações obscuras da corporação Biosyn e do incansável Dr. Henry Wu. O roteiro não esconde a que veio e abraça sem medo o absurdo do cinema de pipoca, transformando conspirações genéticas e ameaças de pragas em um combustível perfeito para colocar velhos e novos heróis na boca dos bichos.
Chris Pratt e Bryce Dallas Howard confirmam mais uma vez por que foram o pilar dessa nova era, mantendo uma química mais afiada que os dentes do Blue, num ritmo de ação que carrega a história com um carisma imbatível. A adição do elenco original não soa apenas como nostalgia barata, mas como a celebração de trinta anos de franquia, onde a dinâmica entre a sabedoria rabugenta dos veteranos e a energia ágil dos novos protagonistas entrega mais que um entretenimento visceral e genuinamente divertido, mas a alma da franquia, unida com os corações do passado e do presente.
As sequências de ação e os efeitos visuais atingem aqui o seu ápice técnico, entregando um show de direção de arte e computação gráfica. O penúltimo ato é uma verdadeira montanha-russa de tensão em frenéticas cenas de ação de rolar no sofa da sala: a alucinante perseguição dos velociraptors pelas ruas de Malta, o suspense claustrofóbico de Claire se escondendo no pântano diante do aterrorizante Therizinossauro e o confronto final dos predadores no santuário da Biosyn são aulas de espetáculo visual. É o CGI operando em sua capacidade máxima para nos dar cenas de tirar o fôlego e confrontos dignos dos melhores momentos da franquia e do cinema de atração.
"Jurassic World: Domínio" encerra a saga com chave de ouro, sem pretensão de ser um ensaio acadêmico, mas com o orgulho no peito de ser um dos maiores entretenimentos da história do cinema pop. Colin Trevorrow soube respeitar o legado do clássico de 1993 enquanto dava o desfecho grandioso que a nova geração merecia. A gaiola acabou, a história foi contada e, entre erros e acertos da humanidade, a magia dos dinossauros continua mais viva e selvagem do que nunca.
Mas revendo várias vezes o filme, eu faço uma autocrítica sobre minhas resenhas anteriores...
Depois daquele final épico do segundo filme, eu esperava ver o verdadeiro apocalipse no planeta, com dinossauro no meio do trânsito, T-Rex andando na Paulista, Velociraptor invadindo favela e a humanidade aprendendo a sobreviver no caos. E o que a gente ganha? Gafanhotos gigantes mutantes! Os caras tinham a premissa de foda nas mãos e resolveram fazer um filme sobre praga agrícola e conspiração corporativa de sementes! É pra enfiar a mão na parede de raiva!
Eles trouxeram o trio clássico de 1993 de volta: Alan Grant (Sam Neill), Ellie Sattler (Laura Dern) e Ian Malcolm (Jeff Goldblum). É legal ver os velhos de novo? Lógico! Foda que é! Mas eles colocaram os idosos pra invadir laboratório e investigar gafanhoto em vez de colocá-los pra correr de dinossauro de verdade. A química do Chris Pratt e da Bryce com o pessoal das antigas até tenta salvar, mas fica parecendo uma excursão da terceira idade no meio de uma conspiração corporativa da "Biosyn".
As cena que prestam de verdade e honra a pancadaria dos anteriores, é a sequência em Malta com aquele leilão no mercado negro e a perseguição dos Atrociraptors atrás do Chris Pratt de moto pelas ruas estreitas e a correira da Claire no novo santuário se escondendoso do dinossauro com pena. Esses momentos o filme lembra que é um filme de dinossauro e faz a gente sonhar ainda com perseguições de dinossauro pelo mundo com os outros atores, coisa que não ocorre.
Eles tentaram vender o Giganotossauro como o Rei dos dinossauros. Resultado? O bicho mal faz estrago, parece um tiozão ranzinza e a batalha final contra o T-Rex e o Therizinossauro (aquele das garras de Zé do Caixão) parece briga ensaiada de WWE. Faltou o pavor, faltou a sanguera e faltou a coragem que o Bayona teve no segundo!
"Jurassic World: Domínio" é aquele filme que tinha uma puta ideia foda nas mãos, mas acabou fazendo escolhas muito inferiores as que o discurso do dr. Dr. Ian Malcolm, nós fez sonhar no filme anterior.
É sempre bom ver dinossauros e os atores consagrados, desta vez reunindo Park com World. No entanto, esse é o pior filme da franquia Jurassic Park & World, o que mais "viaja", com absurdos como
Ellie e Alan voltando para quer combater gafanhotos e a vilã Soyona Santos (aquela que aponta o raio laser vermelho) não ter tido um desfecho