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Nick Bianco (Gallner), planeja reconstruir sua vida e reconquistar o amor de sua vida após um ano na prisão por agressão. Ao ser solto, Nick descobre que sua ex tem outro admirador, Chester (Shawn Ashmore), seu agente de condicional. Nick logo se vê envolvido em uma rivalidade tensa que ameaça não apenas sua segunda chance no amor, mas também sua chance de se manter fora da prisão.
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Sempre bom ver o veterano William Forsythe trabalhando.
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Direção: Paul Pompa III
Ano: 2025
Assistido em: 09/11/2025
Uma das coisas que eu mais defendo é que nem só de filmes clássicos vive o cinéfilo. Às vezes, é preciso simplesmente desligar o cérebro e assistir a algo leve, sem grandes pretensões — um filme curtinho, apenas para se distrair. Essa foi a minha escolha da vez: eu gosto do ator protagonista, achei a trama interessante e resolvi dar uma chance. E não é que me surpreendeu! Quando você não espera nada, qualquer coisa que venha é lucro — e, neste caso, esse “qualquer coisa” foi melhor do que eu imaginava.
Nick Bianco sai da prisão após cumprir um ano por agressão, com o objetivo de reconstruir a vida e reconquistar a namorada, Mel. Ao ser libertado, descobre que ela está muito próxima de Chester, seu novo senhorio, que por coincidência é também seu oficial de condicional. Agora, ele precisará se controlar se quiser provar suas boas intenções e evitar cair nas armadilhas de Chester.
O filme é básico, básico, básico. Temos Nick, um homem com problemas de temperamento, que, após uma passagem pela cadeia, tenta reconstruir a vida. Mas, obviamente, não vai ser fácil — e a pessoa que deveria auxiliá-lo acaba se tornando seu maior algoz. O grande problema do roteiro, para mim, é que a estadia de Nick na penitenciária foi relâmpago. Tivemos duas cenas dele com um colega de cela, o sujeito fala meia dúzia de palavras e pronto: corta para um ano depois, com o personagem já tentando reorganizar a vida. Tudo é rápido demais, o que faz com que a mudança de temperamento de Nick não soe natural.
Eu entendo que o filme deve ter sido rodado com o orçamento de um pastel e um caldo de cana, mas ainda assim dava para acrescentar mais elementos nos diálogos que ajudassem no desenvolvimento tanto de Nick quanto de Chester. Não só a transformação do protagonista, mas também as intenções do vilão ficam superficiais. Se o roteiro trabalhasse isso melhor, o resultado poderia ser muito mais positivo — afinal, um bom filme, antes de qualquer coisa, precisa de um bom roteiro. Se este aqui tivesse um mais polido, o aproveitamento seria bem maior.
Eu gosto muito do Kyle Gallner e do Shawn Ashmore. Acompanho os dois há muitos anos, desde da epóca de Smallville (2001-2011), onde, inclusive, os dois passaram brevemente. Como eu disse, a dinâmica entre mocinho e vilão poderia ser melhor se o roteiro fosse mais bem trabalhado, mas eles têm química em cena e funcionam juntos. Além disso, ambos estão lindíssimos — especialmente Kyle, que está um verdadeiro tesão. Pena que a atriz que interpreta a mocinha, Mel, é muito fraca e praticamente não entrega nada.
Just Breath poderia ser bem mais do que foi, mas infelizmente faltaram ingredientes primordiais para isso, como um roteiro melhor, mais orçamento, uma direção mais firme, enfim. Mas pelo pouco que eles tinha, até que conseguiram entregar algo minimamente satisfatório.
Farofinha divertida e despretensiosa! Um Kyle Gallner extremamente gostoso exalando carisma, charme e testosterona, na pele de um homem explosivo e apaixonado. 🫦🥵 Que homem!!
A trama é interessante, e o protagonista segura bem a onda. O que atrapalha muito é o vilão, muito caricato, raso e mau interpretado. Tirano isso, entretém numa boa.
É um bom passatempo, tem um roteiro simples, mas que conta com algumas cenas bem eletrizantes. A atuação do Kyle Gallner está ótima, parece até que ele nasceu para interpretar personagens disfuncionais haha ele evoluiu bastante, espero que a carreira dele cresça cada vez mais.