Ao visitar sua tia Liisa na ilha Estôniana de Saaremaa, o jovem Martin aliena-se ao seu smartphone. Na tentativa de entreter o garoto com algo mais, Liisa o leva à Kaali - uma antiga e legendária cratera de meteoro.
Uma bela fotografia paisagens bonitas em um roteiro que não leva a lugar nenhum. Não é ruim, mas dá pra passar sem assistir, pois não vai perder nada. Bem marromenos.
Por ser um filme breve, ele não enfada, mas... O que realmente acontece aqui?!
Dado o clima predominante estoniano, por que insistem em rotular este curta como brasileiro? A crise identitário-idiomática acontece em relação à Hungria, e não em relação ao Brasil...
Nenhum elemento ali indica uma ascendência sul-americana, é tudo gélido demais, tanto quanto a canção de post-rock que aparece nos créditos iniciais...
O garoto é ate bonitinho, mas... O que acontece aqui? A trama é quase nula, a dramaticidade é exagerada, é tudo muito vago... Leva uma cotação deveras razoável por entreter, incitar à curiosidade, mas... O que acontece aqui?! (WPC>)
Uma bela fotografia paisagens bonitas em um roteiro que não leva a lugar nenhum. Não é ruim, mas dá pra passar sem assistir, pois não vai perder nada. Bem marromenos.
Por ser um filme breve, ele não enfada, mas... O que realmente acontece aqui?!
Dado o clima predominante estoniano, por que insistem em rotular este curta como brasileiro? A crise identitário-idiomática acontece em relação à Hungria, e não em relação ao Brasil...
Nenhum elemento ali indica uma ascendência sul-americana, é tudo gélido demais, tanto quanto a canção de post-rock que aparece nos créditos iniciais...
O garoto é ate bonitinho, mas... O que acontece aqui? A trama é quase nula, a dramaticidade é exagerada, é tudo muito vago... Leva uma cotação deveras razoável por entreter, incitar à curiosidade, mas... O que acontece aqui?! (WPC>)