Ao final da Guerra Civil Americana, um pistoleiro mestiço, cansado de fazer da morte um meio de vida, retorna para aquilo que um dia costumava ser seu lar. Seu nome é Keoma. Porém, agora sua cidade natal está totalmente destruída pela peste e sob o comando de um homem chamado Capitão Caldwell. Seus meio-irmãos Butch, Sam e Lenny trabalham para o Capitão e Keoma se vê sozinho contra todos eles. Agora ele está preso no meio de uma batalha selvagem entre inocentes colonos, bandidos sádicos e seus meio-irmãos. Em uma terra de ninguém, o grito de um homem ecoa clamando por justiça... a qualquer custo, um preço que será pago a balas!
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Falhou no que tentou inovar. Acertou no básico. A psicodelia e pessimismo não combinou. Personagens, roteiro geral e atuações, foram boas.
Western-spaghetti bem sombrio e violento com mais um anti-herói memorável de Franco Nero. Bacana a aparição de Strode, ainda imponente!
faroeste espaguete dos Bons
🎬 KEOMA — O ÚLTIMO GRANDE FAROESTE EUROPEU 🤠
Quem viveu o auge das locadoras ou das tardes de cinema dos anos 70 e 80 certamente lembra de Keoma (1976), uma verdadeira obra-prima do faroeste italiano estrelada por Franco Nero.
Dirigido por Enzo G. Castellari, o filme é um marco do chamado spaghetti western, gênero que reinventou o velho oeste com um estilo mais cru, poético e visceral.
Keoma é meio índio, meio branco — um homem dividido entre dois mundos, em busca de justiça em uma terra devastada pela violência e pela intolerância. A fotografia é melancólica, a trilha sonora é única e o clima de solidão e destino faz do filme algo muito além de um simples bang-bang: é uma verdadeira parábola sobre a liberdade e a sobrevivência da alma.
📽️ Mesmo décadas depois, Keoma continua sendo lembrado como um dos filmes mais profundos e estilizados do faroeste europeu — e um símbolo da resistência artística de uma era em que o cinema ainda cheirava a poeira, suor e emoção genuína.
🤎 Um clássico que merece ser revisto e redescoberto!
Muito bom