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Sinopse
Uma jovem aspirante a escritora descobre segredos sobre o passado de sua família quando se vê misteriosamente sendo puxada para frente e para trás no tempo para uma plantação do século 19.
O mal do presente tem profundas raízes no passado. ... Em Kindred acompanhamos Dana, uma escritora negra que estuda para trabalhar como roteirista e ao mudar para Los Angeles começa a ter episódios de viagem no tempo, onde ela volta para o século XIX e precisa sobreviver ao regime escravista. ... Em viagens sempre muito traumáticas, Dana acaba levando Kevin junto para 1815, na fazenda do escravista Thomas Weylin. Entre idas e vindas no tempo, começamos a descobrir os laços de parentesco da protagonista ao mesmo tempo que a série reforça o sistema racista do século XIX e seus reflexos ainda existentes no presente. ... Inspirada num dos maiores sucessos do início da carreira de Octávia Butler, é um drama social sobre violência racial a partir das raízes escravistas individuais que mesclam com a genealogia da sociedade estadunidense. ... As atuações são satisfatórias, com especial atenção à Dana e Thomas que entregam mais profundidade em seus personagens e amplificam a violência que é mostrada em tela. Com uma trama mais focada, a desumanização dos escravizados se centra em algumas passagens que mostram o desconforto que os viajantes no tempo têm pela violência física e mental imposta. ... O ritmo inicial é um pouco lento e deve cansar quem espera mais movimento, mas a trama ganha velocidade à medida que as regras da viagem no tempo vão ficando mais claras, ao mesmo tempo que cresce a tensão em relação aos personagens. ... Infelizmente a série foi cancelada com apenas uma temporada, mesmo recebendo boas críticas, ainda assim, é um convite para ler o livro de Octávia que foi lançado aqui no Brasil. ... 8/10
confesso que não entendi as avaliações negativas. já li o livro da octavia butler (que é a narrativa que a série se baseia) e achei que os roteiristas fizeram um excelente trabalho de adaptação. todos os elementos principais do livro estão presentes, as alterações feitas foram surpreendentes, deixaram a história ainda mais emocionante e contribuem pra uma possível continuação - o que é importante no audiovisual, porque seguir a risca o que acontece no livro impediria a possibilidade de uma sequência, já que o livro infelizmente tem um fim. a série me pegou já no momento da primeira viagem no tempo e fiquei extremamente envolvida com tudo. abre brecha pra imaginação de um jeito absurdo e não dá pra não pensar como a butler foi tão gênia ao mesmo tempo que essa ideia parece tão simples (que me sinto até pecando em chamar de simples, porque pode ficar parecendo uma crítica e na verdade não é). enfim, estou órfã e muitíssimo triste com a notícia do cancelamento. uma pena que a indústria não saiba valorizar tamanha grandiosidade.
Só os dois primeiros episódios são parecidos com o livro, o resto é uma enrolação sem fim...
Gostei da série, mas deixaram o final inacabado e cancelaram a segunda temporada :(
Podia ter sido uma mini série foda, mas foram esticar e agora vai parar na metade... triste
O mal do presente tem profundas raízes no passado.
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Em Kindred acompanhamos Dana, uma escritora negra que estuda para trabalhar como roteirista e ao mudar para Los Angeles começa a ter episódios de viagem no tempo, onde ela volta para o século XIX e precisa sobreviver ao regime escravista.
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Em viagens sempre muito traumáticas, Dana acaba levando Kevin junto para 1815, na fazenda do escravista Thomas Weylin. Entre idas e vindas no tempo, começamos a descobrir os laços de parentesco da protagonista ao mesmo tempo que a série reforça o sistema racista do século XIX e seus reflexos ainda existentes no presente.
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Inspirada num dos maiores sucessos do início da carreira de Octávia Butler, é um drama social sobre violência racial a partir das raízes escravistas individuais que mesclam com a genealogia da sociedade estadunidense.
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As atuações são satisfatórias, com especial atenção à Dana e Thomas que entregam mais profundidade em seus personagens e amplificam a violência que é mostrada em tela. Com uma trama mais focada, a desumanização dos escravizados se centra em algumas passagens que mostram o desconforto que os viajantes no tempo têm pela violência física e mental imposta.
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O ritmo inicial é um pouco lento e deve cansar quem espera mais movimento, mas a trama ganha velocidade à medida que as regras da viagem no tempo vão ficando mais claras, ao mesmo tempo que cresce a tensão em relação aos personagens.
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Infelizmente a série foi cancelada com apenas uma temporada, mesmo recebendo boas críticas, ainda assim, é um convite para ler o livro de Octávia que foi lançado aqui no Brasil.
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8/10
afrofuturismo na prática.
confesso que não entendi as avaliações negativas. já li o livro da octavia butler (que é a narrativa que a série se baseia) e achei que os roteiristas fizeram um excelente trabalho de adaptação. todos os elementos principais do livro estão presentes, as alterações feitas foram surpreendentes, deixaram a história ainda mais emocionante e contribuem pra uma possível continuação - o que é importante no audiovisual, porque seguir a risca o que acontece no livro impediria a possibilidade de uma sequência, já que o livro infelizmente tem um fim.
a série me pegou já no momento da primeira viagem no tempo e fiquei extremamente envolvida com tudo. abre brecha pra imaginação de um jeito absurdo e não dá pra não pensar como a butler foi tão gênia ao mesmo tempo que essa ideia parece tão simples (que me sinto até pecando em chamar de simples, porque pode ficar parecendo uma crítica e na verdade não é).
enfim, estou órfã e muitíssimo triste com a notícia do cancelamento. uma pena que a indústria não saiba valorizar tamanha grandiosidade.