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Data de lançamento
3 Fev. 1989Duração
Em Los Angeles Crowe (Charles Bronson) é um detetive que não suporta bandidos e às vezes age extra-oficialmente. No momento Duke (Juan Fernández), um cafetão que está levando para a prostituição jovens inocentes além de deixá-las viciadas em drogas, está na sua mira. Duke seqüestra Fumiko Hada (Kumiko Hayakawa), a filha de Hiroshi Hada (James Pax), um executivo japonês, droga a garota e a faz trabalhar para ele. Para investigar o desaparecimento de Fumiko são escalados Crowe e Eddie Rios (Perry Lopez), seu parceiro, sendo que isto é uma grande ironia, pois Hiroshi em um coletivo molestou Rita Crowe (Amy Hathaway), a filha do detetive.
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Clássico do "Domingo Maior" na Globo. O filme começa bem mas vai se perdendo pelo caminho, da metade em diante a trama vira uma zona totalmente desconexa.
As atuações também deixam a desejar. A atriz que interpreta a menina japonesa parece um robô e não passa nenhuma credibilidade para alguém que foi raptada e abusada daquela forma. Pra piorar ainda se suicida no final maiores explicações.
Mas a situação mais absurda fica por conta da filha do policial que no final reconhece o japonês abusador, finge que nada aconteceu e deixa o assunto (que seria o principal motivo da vingança no filme) sem nenhuma resolução.
O desfecho quando o vilão prova do próprio veneno quando é preso e deixado na cela para ser violentado é melhor momento do filme, mostrando mais uma vez o lado justiceiro que era quase um padrão dos personagens do Bronson.
Típico filme meia boca produzido pela Cannon Films e um dos últimos lançados antes da falência da produtora. Indicando o fim do modelo dos filmes de ação baratos que dominaram as locadoras na década de 80.
Curiosidade: Danny Trejo faz uma ponta no final do filme como prisioneiro.
Devia ser um terror fazer cenas de ação com o Charles Bronson. Em plano aberto impossível, só com close e dublê mesmo...RS
Um filme bom até, pensei que seria um filme totalmente genérico. É até certo ponto. Os assuntos sensíveis tratados no filme salvam ele de uma mesmisse.
Dado os últimos acontecimentos (Epstein) em 2026, ficou menos datado em certos momentos. Mas na maioria do tempo de fita é o típico filme com selo Charles Bronson de picaretagem.
Filme apenas razoável da fase final da carreira de Charles Bronson, mas com a temática barra-pesada da exploração sexual de crianças e adolescentes fugitivos ou sequestrados. Mais do que compreensível a fúria com que o tenente Crow lida com os degenerados!
A maioria dos filmes do Charles Bronson são polêmicos e seriam cancelados hoje em dia pela geração palavras machucam, esse aqui até extrapola um pouco, tem cenas como a do
vibrador, a do cara engolindo o relogio antes que Bronson taque fogo no carro e a cena final onde o vilão é deixado em uma cela para ser estuprado, são as mais comentadas
Eu quando assisto a filmes com ator espero tiro, porrada, bomba e bandidos sendo mortos sem pena com tirambaço na cara
Tem uma pequena participação do Danny Trejo que era muito comum em filmes dessa época.
Foi o último filme dirigido pelo diretor J. Lee Thompson acostumado com esses filmes policiais de ação, muito deles com Charles Bronson de protagonista.
Último filme dirigido por J. Lee Thompson e cumpriu bem sua função de cineasta dirigindo muito bons títulos em sua carreira, no geral.
Aqui, o diretor expõe os preconceitos das sociedades machistas e patriarcais, seja ela oriental ou ocidental, desta época. Charles Bronson é um detetive da polícia que
vai investigar o sumiço de uma garotinha japonesa, sem saber que o pai dela atentou sua filha sexualmente.