A relação de luta pela manutenção do idioma me parece relevante, muito embora eu pense que está mais para historinha pra boi dormir do que qualquer outra coisa. Penso que foi só uma ideia juvenil para se parecer diferente que ao longo do tempo , encontraram uma justificativa para tal. A direção estilo Boyle/Ritchie eirrita qualquer pessoa que tenha passado pela puberdade, bem como a glorificação heroica destes dois babacas traficantes de drogas. Queira ou não este submundo de drogas sempre funciona no cinema.
conhecia o grupo só de nome, achava que as letras eram politizadas no sentido convencional estilo rage against. doideira quantidade de dr0g4s que eles usavam e praticamente faziam apologia ao consumir no palco sem esconder.
Isso é a maravilha do cinema, te levando a tantos lugares e apresentando tantas culturas. Nem sabia desse hip hop irlandes Elenco top, atuações show e musicas bacanas
Danny Boylle pode não ter escrito, produzido ou dirigido este Kneecap, mas certamente viu e gostou. É o seu DNA numa obra que pareceria inverossímil - tanta celeuma em torno do uso de um idioma - se não fosse conhecido o efervescente conflito que a cerca, e da qual a linguagem é apenas um dentre tantos elementos.
Eu não conhecia o trio, não sabia que interpretam a si próprios, e algumas das músicas são muito boas. Com isso, deixei de lado as inverossimilhanças do roteiro (DJ Provái conseguindo fingir que enganava sua esposa para participar dos shows, a briga artificial entre um dos garotos e sua namorada etc). Desprezando-se as arestas, é um bom filme, com ótimas falas ("cada palavra falada em irlandês é uma bala disparada para a liberdade irlandesa") e direção segura de um cineasta que é estreante e nem parece.
A relação de luta pela manutenção do idioma me parece relevante, muito embora eu pense que está mais para historinha pra boi dormir do que qualquer outra coisa. Penso que foi só uma ideia juvenil para se parecer diferente que ao longo do tempo , encontraram uma justificativa para tal. A direção estilo Boyle/Ritchie eirrita qualquer pessoa que tenha passado pela puberdade, bem como a glorificação heroica destes dois babacas traficantes de drogas. Queira ou não este submundo de drogas sempre funciona no cinema.
conhecia o grupo só de nome, achava que as letras eram politizadas no sentido convencional estilo rage against. doideira quantidade de dr0g4s que eles usavam e praticamente faziam apologia ao consumir no palco sem esconder.
Isso é a maravilha do cinema, te levando a tantos lugares e apresentando tantas culturas.
Nem sabia desse hip hop irlandes
Elenco top, atuações show e musicas bacanas
Danny Boylle pode não ter escrito, produzido ou dirigido este Kneecap, mas certamente viu e gostou. É o seu DNA numa obra que pareceria inverossímil - tanta celeuma em torno do uso de um idioma - se não fosse conhecido o efervescente conflito que a cerca, e da qual a linguagem é apenas um dentre tantos elementos.
Eu não conhecia o trio, não sabia que interpretam a si próprios, e algumas das músicas são muito boas. Com isso, deixei de lado as inverossimilhanças do roteiro (DJ Provái conseguindo fingir que enganava sua esposa para participar dos shows, a briga artificial entre um dos garotos e sua namorada etc). Desprezando-se as arestas, é um bom filme, com ótimas falas ("cada palavra falada em irlandês é uma bala disparada para a liberdade irlandesa") e direção segura de um cineasta que é estreante e nem parece.
Divertido, diferente, gostei