Após brigar com o namorado, Vittoria se apaixona por Piero, um sedutor e materialista corretor da Bolsa de Valores. Apesar do real interesse de Vittoria, Piero não deseja um relacionamento sólido, por conta da sua personalidade volúvel.
- acho que nunca vi um filme transformar uma história de amor em uma história sobre não conseguir sentir nada - a monica vitti tá absurda aqui. a vittoria parece estar sempre presente e ao mesmo tempo em outro lugar, como se ela estivesse sempre tentando descobrir o que sente -e o antonioni filma roma de um jeito muito foda, com aqueles prédios, ruas e espaços enormes fazendo os personagens parecerem cada vez menores - mas aquele final é sacanagem. simplesmente tira os dois da história e fica olhando pra cidade como se nada tivesse acontecido - e talvez esse seja justamente o ponto. pra cidade, realmente não aconteceu nada
Não consegui ver até ao fim.. percebo o tipo de realização mas não é para mim.. muito muito parado.. é um tipo de filme eu sei mas não consigo ver, tentei mas não consegui lol
Último capítulo da trilogia do Antonioni já começa com o vazio e silêncio no término do casal onde Vittoria (Monica Levitti) se perde olhando sem nenhuma expressão, depois ela caminha pela cidade até a bolsa de valores e encontra sua mãe, uma mulher fria, o diretor criticou bastante o vazio da burguesia na trilogia, ele faz o contraste o tempo inteiro entre o preto e branco, com luzes acendendo para honrar o título do filme, o final é como todo final dos filmes do diretor, melancólico e poético.
- acho que nunca vi um filme transformar uma história de amor em uma história sobre não conseguir sentir nada
- a monica vitti tá absurda aqui. a vittoria parece estar sempre presente e ao mesmo tempo em outro lugar, como se ela estivesse sempre tentando descobrir o que sente
-e o antonioni filma roma de um jeito muito foda, com aqueles prédios, ruas e espaços enormes fazendo os personagens parecerem cada vez menores
- mas aquele final é sacanagem. simplesmente tira os dois da história e fica olhando pra cidade como se nada tivesse acontecido
- e talvez esse seja justamente o ponto. pra cidade, realmente não aconteceu nada
Antonioni: o cineasta italiano que esqueceu de nascer na França.
Existencialismo não é para mim.
Ninguém quer nada com nada.
Monica Vitti lindíssima.
Não consegui ver até ao fim.. percebo o tipo de realização mas não é para mim.. muito muito parado.. é um tipo de filme eu sei mas não consigo ver, tentei mas não consegui lol
Último capítulo da trilogia do Antonioni já começa com o vazio e silêncio no término do casal onde Vittoria (Monica Levitti) se perde olhando sem nenhuma expressão, depois ela caminha pela cidade até a bolsa de valores e encontra sua mãe, uma mulher fria, o diretor criticou bastante o vazio da burguesia na trilogia, ele faz o contraste o tempo inteiro entre o preto e branco, com luzes acendendo para honrar o título do filme, o final é como todo final dos filmes do diretor, melancólico e poético.