Uma jovem princesa é objeto de uma disputa entre bruxas, enquanto cada uma se esforça para encontrar o antídoto adequado para uma sentença de morte inculcada por uma irmã malígna.
Assisti em francês, sem legenda. Agora você me perguna: eu sei francês? Claro que não, assisti sem entender nem uma única palavra. Foi puro feeling. Pior que uns 80% do filme eu consegui entender, o início é a história clássica da Bela Adormecida, só que quando ela cai no sono profundo continuamos a acompanhar ela, num sonho. E é aí que me surpreendo, esse filme não é a adaptação de um conto de fadas, mas de dois! O sonho dela é inteirinho o conto A Rainha da Neve, de Hans Christian Andersen, (aka. o conto que inspirou Frozen, da Disney), só faltou o final, que foi interrompido por ela finalmente acordar. Daí pra frente é que já não entendi mais nada, só sei que deve ser algum comentário sobre despertar da sexualidade. Enfim, uma experiência.
Incrível! Que roteiro absurdamente genial! Que ótimo elenco infantil! Que releitura magna de diversas fábulas infantis entrecruzadas! Porém, se prestarmos atenção aos signos recorrentes na obra da diretora, constataremos que esta obra é mais uma metáfora sobre os terrores da (aproximação da perda, tornada obrigatória por outrem, da) virgindade, conforme ocorria tanto em MENINA TAMANHO G e PARA MINHA IRMÃ. Fiquei encantado com tudo, literalmente: o erotismo sutil, a trilha sonora participativa, a beleza incrível do elenco, tudo! Quase uma obra-prima! Fabuloso! A meia-hora final é escandalosa perfeita! (WPC>)
até curto coisas alternativas desde que bem feitas, o que não é o caso desse filme em que nada chama atenção de fato, perderam uma chance de fazer um filme muito bom.
Assisti em francês, sem legenda. Agora você me perguna: eu sei francês? Claro que não, assisti sem entender nem uma única palavra. Foi puro feeling. Pior que uns 80% do filme eu consegui entender, o início é a história clássica da Bela Adormecida, só que quando ela cai no sono profundo continuamos a acompanhar ela, num sonho. E é aí que me surpreendo, esse filme não é a adaptação de um conto de fadas, mas de dois! O sonho dela é inteirinho o conto A Rainha da Neve, de Hans Christian Andersen, (aka. o conto que inspirou Frozen, da Disney), só faltou o final, que foi interrompido por ela finalmente acordar. Daí pra frente é que já não entendi mais nada, só sei que deve ser algum comentário sobre despertar da sexualidade. Enfim, uma experiência.
Drama interessante, contando a antiga fábula de um jeito inovador mas as vezes confuso. Nota 7. 1*
Alguém sabe onde posso achar?
Incrível! Que roteiro absurdamente genial! Que ótimo elenco infantil! Que releitura magna de diversas fábulas infantis entrecruzadas! Porém, se prestarmos atenção aos signos recorrentes na obra da diretora, constataremos que esta obra é mais uma metáfora sobre os terrores da (aproximação da perda, tornada obrigatória por outrem, da) virgindade, conforme ocorria tanto em MENINA TAMANHO G e PARA MINHA IRMÃ. Fiquei encantado com tudo, literalmente: o erotismo sutil, a trilha sonora participativa, a beleza incrível do elenco, tudo! Quase uma obra-prima! Fabuloso! A meia-hora final é escandalosa perfeita! (WPC>)
até curto coisas alternativas desde que bem feitas, o que não é o caso desse filme em que nada chama atenção de fato, perderam uma chance de fazer um filme muito bom.