Forasteiro chega a uma pequena cidade italiana procurando uma mulher. Locais lhe dizem que a mesma teria cometido suicídio, mas aí ele percebe um mistério. Equanto isso, uma mulher estranha caminha às margens de um lago.
Filme italiano anos 60, com participação da bela Virna Lisi (que, infelizmente, quase não aparece). Boa fotografia, cenários, trilha, etc. O escritor. A ligação (término). A busca pela Tilde (o mistério). O hotel. O mesmo quarto. O lago. A revelação. As lembranças. A foto. A investigação. A mulher do filho do dono do hotel. Nos últimos 20 minutos mostra o que realmente aconteceu com a Tilde. Bom final. Gostei.
Esse filme lembra um pouco o norueguês "De Dodes Tjern", de 1958 (que, aliás, é muito superior e um dos meus favoritos).
Bom filme de mistério, carregado de uma atmosfera onírica. Essa atmosfera é reforçada porque o protagonista é movido por um impulso, pela imagem enevoada de uma mulher que ele mal conhece, o que torna sua percepção confusa e pouco confiável. Ou seja, não é o filme convencional que a sinopse sugere.
A Mulher do Lago é visualmente impactante. Dirigido por uma dupla de diretores que poucos filmes realizaram, e um deles é apenas o filho do Roberto Rossellini. E no elenco, outra figura herdeira de uma das maiores atrizes da história, a filha de Ingrid Bergman, misteriosa em cena. A fita é puro onirismo e suspense, flashbacks acontecem sempre, fazendo que a gente fique mais curioso com o desenvolvimento da história. O protagonista é escritor, geralmente, escritores em filmes são bem perturbados. O vento ecoa em grande parte da projeção, uma ideia bem proposital, consigo sentir o mesmo e me envolver mais ainda com a trama. E essa fotografia em preto e branco? deleite para os olhos. Um filme que bebe muito do cinema noir e é uma enorme influência no giallo.
O filme tem uma ótima atmosfera de estranhamento(algo que o diretor Luigi Bazzoni também faria em Os Passos, 1975). Pena que Virna Lisi apareça pouco e o protagonista Peter Baldwin seja terrivelmente inexpressivo (ele dirigiu episódios de várias séries de sucesso nos anos 80).
Nem um pouco interessante, esperava mais.
Filme italiano anos 60, com participação da bela Virna Lisi (que, infelizmente, quase não aparece). Boa fotografia, cenários, trilha, etc. O escritor. A ligação (término). A busca pela Tilde (o mistério). O hotel. O mesmo quarto. O lago. A revelação. As lembranças. A foto. A investigação. A mulher do filho do dono do hotel. Nos últimos 20 minutos mostra o que realmente aconteceu com a Tilde. Bom final. Gostei.
Esse filme lembra um pouco o norueguês "De Dodes Tjern", de 1958 (que, aliás, é muito superior e um dos meus favoritos).
Bom filme de mistério, carregado de uma atmosfera onírica. Essa atmosfera é reforçada porque o protagonista é movido por um impulso, pela imagem enevoada de uma mulher que ele mal conhece, o que torna sua percepção confusa e pouco confiável. Ou seja, não é o filme convencional que a sinopse sugere.
A Mulher do Lago é visualmente impactante. Dirigido por uma dupla de diretores que poucos filmes realizaram, e um deles é apenas o filho do Roberto Rossellini. E no elenco, outra figura herdeira de uma das maiores atrizes da história, a filha de Ingrid Bergman, misteriosa em cena. A fita é puro onirismo e suspense, flashbacks acontecem sempre, fazendo que a gente fique mais curioso com o desenvolvimento da história. O protagonista é escritor, geralmente, escritores em filmes são bem perturbados. O vento ecoa em grande parte da projeção, uma ideia bem proposital, consigo sentir o mesmo e me envolver mais ainda com a trama. E essa fotografia em preto e branco? deleite para os olhos. Um filme que bebe muito do cinema noir e é uma enorme influência no giallo.
O filme tem uma ótima atmosfera de estranhamento(algo que o diretor Luigi Bazzoni também faria em Os Passos, 1975). Pena que Virna Lisi apareça pouco e o protagonista Peter Baldwin seja terrivelmente inexpressivo (ele dirigiu episódios de várias séries de sucesso nos anos 80).