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Duração
Numa rua deserta a noite, uma menina corre em pânico. Sua face e mãos estão ensangüentadas. Entra correndo numa delegacia gritando histericamente, socorro, pelo amor de deus – ajude-me.
Perto do local um homem descobre um corpo terrivelmente mutilado de uma jovem menina, quem é o assassino? A verdade terrível será revelada no diário da vitima? Uma estória policial macabro e intrigante.
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Filme preciso, com cortes rápidos, diretos, igual o assassino. Sem excessos ou firulas, bobagens ou barrigas, sem ser completamente "magro", mas sem ser pretencioso, "ok", indo direto ao ponto e contando sua historia, se apoiando no que tem pra contar, e nos seus personagens, o que muitas vezes, é só o bastante. Contar a história que tem pra contar bem, "storytelling", independente do orçamento e da produção, e isso o filme faz bem. Entretém, me entreteve e me mantem interessando. Mas tenha em mente, é um filme beem simples, quase um telefilme, quase parecendo um pequeno episódio perdido de uma série de TV (maior) antiga (talvez datado), que vendo hoje então, já é bem comum/batido, sem grandes atrativos marcantes.
Eu gostei, e acho que dá pra ver numa boa, a presença de Donald Sutherland ajuda bastante também.
É bacana fazer a gente acompanhar o caso de perto junto dele, aprendendo, colhendo pistas. Donald está muito bem, dentro da proposta do filme, enchendo a magra tela/trama com presença, e emprestando carisma pra mesma. Que é bem básica, crua, mas degustável/funcional.
Boa descoberta, e achei um bom filme, redondinho, sabe contar sua trama, não é pretencioso e nem põem tudo a perder. Mas não tem nada de "espetacular", "espetaculoso", "mirabolante", "magistral", ou "grande filme", que talvez uns procurem. É um filme bem "ok", que funciona legal, mas muito por Donald Sutherland, realmente, talvez se tivesse um ator sem carisma, caria bastante ao total ordinário/completo anonimato.
Botei 3 estrelas por achar "bom"/me entreteve, e meia estrela a mais pela descoberta, mas não sei se veria novamente. Regular pra bom, irregular, enfim, vai de cada um. Mas pela "pobreza" que tem (de apresentação, carisma, trama, orçamento, etc), mais despretensão "hollywoodiana" padrão total, que cisma em encher linguiça, desperdiçar tempo com subtramas desnecessárias, personagens inúteis e sem propósito, jogar dinheiro fora dos estúdio com bobagem, prejudicando o filme, os envolvidos e o estúdio, consequentemente sendo uma bomba, e fazendo a gente perder nosso tempo, e ainda ter um monte da bajuladores pra apoiar e dizer que é "excelente" ainda. Até que "Laços de Sangue", menos com suas evidentes/óbvias limitações, para o bem ou para o mal, até que se saiu bem, ou não se sai tão mal. Enfim
Visto: 28-04-2025
[Outro em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=BwfKiJ0wu0M
[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/2167262677684
Se b.a.i.x.a.r. esse filme daqui usando programas em s.i.t.e.s. o.n.l.i.n.e., há uma legenda no s.i.t.e. "opensubtitles" em português BR, que encaixa perfeitamente.
Enjoy! Boa sessão.
Co-produção franco-canadense da Cinevideo-Filmel que foi adaptada do romance de 1975 de mesmo nome de Ed McBain (1926-2005). Este drama policial e thriller de mistério foi considerado um filme Canuxploitation (exploração canadense). O cineasta Akira Kurosawa chamou Chabrol de "diretor bastante habilidoso" e este filme como "a melhor de todas as adaptações de Ed McBain". O ano correto do filme é 1977.
As filmagens aconteceram em Montreal, Quebec, no Canadá. O 1° filme em inglês do diretor francês Claude Chabrol (1930-2010). Embora filmado no Canadá, que hospeda francês e inglês como línguas nativas, Mr. Chabrol escolheu filmar o filme em inglês em vez de francês, pois sentiu que a estória funcionaria melhor no filme na língua nativa de seu romance. A atriz Stéphane Audran (1932-2018) e o cineasta Chabrol se casaram. Eles estavam casados há 22 anos na época em que o filme foi lançado nos Estados Unidos. Estréia em longa-metragem da atriz canadense Lisa Langlois.
A primeira metade do roteiro é assustadora e bem interessante, mas de repente o tempo vai passando e fica um pouco cansativo e desinteressante. Uma realização realmente comum e muito pálida. Um roteiro pesado, excessivamente exigente, atores sem real envolvimento ou profundidade: este filme ficou convencional num todo e não merece muitos elogios. Não fosse a participação de Donald Sutherland, provavelmente seria um desastre.
Elenco e história envolvente com participações mais q especiais.