Um retrato das mulheres guerrilheiras e revolucionárias que derrubaram barreiras para liderar o combate e a reforma social durante a Revolução Sandinista na Nicarágua, em 1979. Mesmo após o término do conflito, elas foram pioneiras na criação de programas sociais e educacionais. Hoje, lutam para que o governo do país não apague sua história.
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fodasso
"Existem dois tipos de experiências, a experiência da memória e a experiência do apagamento de memórias."
¡Las Sandinistas! #LasSandinistas de #JennyMurray EUA,2018.
Vem dos Estados Unidos esse poderoso documentário sobre as mulheres guerreiras e revolucionárias que lideravam um movimento pela reforma social na Nicarágua dos anos 70. O longa entrevista as próprias mulheres que participaram da revolução e mostra como no mundo todo nós estamos involuindo, regredindo e perdendo as conquistas. É fabuloso.
#Documentário
Uma crítica sobre a origem da opressão feminina, que particularmente concordo com a teoria radical ao legitimar a origem da opressão no gênero, isso fica ilustrado historicamente no processo revolucionário com a participação feminina para compor a luta mas não os cargos decisivos de poder associado ao fardo do ser mulher e ter o seu corpo regulamentado e agredido por modelos múltiplos de Estado, não apenas o burguês. A crítica ao movimento de emancipação da classe trabalhadora que sob a máscara das “pautas identitárias” prioriza a luta de classe em detrimento do combate a todas as formas de opressão, pressupondo que a socialização dos meios de produção vai sanar todos os déficits sociais, mentira! A revolução é urgente, uma revolução estrutural que destrua todas as formas de opressão: gênero, classe e raça. Não há liberdade para ninguém, enquanto os modelos de sociedade alternativas a sociedade de classes capitalista carregam em seu seio a lógica de dominação. Viva lá revolucion.
Ganhou a mostra de cinema de SP e nem chegou por aqui em circuito nacional