Três colegas do ensino médio - Alice, Chloe e Tracy se sentem tão ambivalentemente com suas paixões românticas e orientações sexuais quanto com seu trabalho como prostitutas de meio período. Negligenciadas pela família e desorientadas pelo tédio dos adolescentes, as meninas se divertem mais do que com nojo por seus esforços.
A mesma sociedade que valoriza a virgindade é a mesma que menospreza a prostituição.
Então, quando eu comecei a assisti isso, eu estava tentando descobrir como ele começa. Porque do nada ele salta bem no meio com três garotas do ensino médio fazendo a coisa de colégio habitual...
A verdadeira história como especificado no início do filme centra-se sobre a amizade de três adolescentes, dezoito anos de idade e no último ano do ensino médio; Enquanto duas delas Chloe e Alice já são experts, quebrado todas as experiências de ganhar a vida com a prostituição, o vulgar novinha e puta (ignorem a palavra de calão) Tracy ainda declara ser virgem e é, portanto, bem-humorada, mas não por muito tempo, pois é constantemente ridicularizada pelas outras duas. (antes ser 0KM do que ser mais rodada que pneu de caminhão).
Gente, a ruptura do hímen anatomicamente e biologicamente é irrelevante, o conceito virgindade é construído pela sociedade, baseado em critérios tanto biológicos quanto sócio-culturais assim como não existe idade certa para começar ter relação sexual. O momento certo é quando AMBOS resolve que querem transar. Desde que tenha um orientação sexual correta, obviamente não queremos ver crianças de dez, doze anos transando por aí...
Então vamos deixar de se bestas, e tomar decisões por conta própria, nada de amiguinha ou amiguinho influenciar vulgo mandar na nossas vidas... E sexo não é a melhor coisa do mundo, sexo é relativo, poder ser maravilhoso como pode ser a pior coisa do mundo. Assim como a mesma sociedade que valoriza a virgindade é a mesma que menospreza a prostituição, prostituição é uma profissão como qualquer outra, contudo os fins que não justificam os meios ainda prevalece.
"Lazy Hazy Crazy" é filme feito de alusões pesadas, cenas corriqueiras e diálogos bastante pretensiosos da pós adolescência feminina onde a prostituição anda de mãos dadas com a descoberta da identidade sexual, coberto pela questão social;
Na verdade, as três meninas são todas de uma realidade familiar complexa: um deles vive com a avó, as outra vive sozinha, a terceira tem pais que vivem no exterior, quando obter o dinheiro se torna uma necessidade a estrada do sexo foi uma maneira mais fácil para atingir a meta. (será? Quantas prostitutas são felizes fazendo o que fazem?)
Nesta situação o diretor envolve a história de amor que vê todas as três meninas apaixonadas pelo mesmo amigo de escola, que é um bom menino.
Embora o filme é basicamente uma tragédia, tanto para questões pessoais quanto sociais, a linguagem às vezes torna-se chula mas com propósito, tornar as situações mais óbvias e naturais.
Paralelamente ao aspecto da prostituição infantil, há a descoberta do sexo por três amigas, especialmente Tracy que ainda é virgem, um caminho de experiências pessoais que incide sobre três personagens ainda muito jovens e ingênuas.
A articulação narrativa central, o entusiasmo para com, no entanto, garotas problemáticas com histórico familiar conturbado é nada menos do óbvio e precisa melhorar.
Em suma, é um trabalho que não convence, porque é indeciso sobre qual caminho tomar, e acima de tudo, muito convencional, bem como precipitado.
As meninas falam sobre ter relações sexuais com homens mais velhos, mas não sobre a legalidade do que provavelmente é certo porque seu mundo é limitado a selfies e as últimas tendências da moda. No final, elas fazem as pazes e brincam para esconder a dor do abandono e solidão.