Interessante por juntar novamente o Eric Rohmer com a sua atriz preferida, Marie Riviére. Tem uma ideia que, caso fosse bem trabalhada, poderia ter rendido um longa. Dessa outra maneira, creio que o espectador teria mais tempo para achar a quintessência da personagem no quadro porque, convenhamos, a semelhança física não é evidente. O estilo de pintura da mina também não é lá essas coisas. Pagaria vinte reais no centro da cidade e olhe lá.
Uma maior duração da obra serviria também para trabalhar os respectivos chifronésios, já que ele e ela traem seus cônjuges.
Interessante por juntar novamente o Eric Rohmer com a sua atriz preferida, Marie Riviére. Tem uma ideia que, caso fosse bem trabalhada, poderia ter rendido um longa. Dessa outra maneira, creio que o espectador teria mais tempo para achar a quintessência da personagem no quadro porque, convenhamos, a semelhança física não é evidente. O estilo de pintura da mina também não é lá essas coisas. Pagaria vinte reais no centro da cidade e olhe lá.
Uma maior duração da obra serviria também para trabalhar os respectivos chifronésios, já que ele e ela traem seus cônjuges.
Obs: que belas pernas da Rivière!
A proposta é interessante, mas o desenrolar da ideia é fraco. Eric Rohmer não acertou em cheio.
** (Regular)
trama fraca