Ficção-documentário sobre a curta vida da fotógrafa Francesca Woodman (1958-81) que costumava fotografar a si mesma em lugares estranhos, na maioria das vezes nua, até cometer suicídio.
O que eu posso dizer sobre esse filme? Sabe aquela sensação de estar com quem te compreende? Então, foi exatamente isso que senti nas frases profundas do filme. Além, de ter me intrigado com a Fransesca, posso dizer que depois que acabei de ver quis saber em profundidade sobre a vida dela. Uma coisa que não entendi, porém:
O garoto loiro que aparecia era uma alucinação dela, certo? Fiquei me perguntando... por que ela alucinava com esse garoto?
Continuando, achei bem muito bom. Como pontos fracos: O filme é bem parado (e eu sei que é para mostrar a beleza das imagens), mas poderia haver mais falas, justamente para entender o que se passa na cabeça da Fransesca (minha opinião, você tem o direito de ter a sua). E, justamente, poderia ser maior se fosse para mostrar mais da personalidade de Fransesca (não só pelas suas fotos interessantes) mas, pelos seus relacionamentos (poucos personagens falam no filme). Bem, além disso, digo: assistam!
Uma observação necessária e pessoal: as fotos de Woodman são incrivelmente superiores aos ensaios mostrados no filme. Tanto em técnica quanto em estética. O filme é profundo, mas eu achei muito feio. Se havia uma discussão em torno da juventude de Francesca, o fato de ela ser jovem demais para a tamanha "sobriedade" e "amargura" (palavras de um crítico de arte do Ny Times que certa vez a descreveu assim), não era cabível escolher uma atriz de meia idade para recriar tudo. Francesca era madura, nada além disso. Há muito apego á juventude, aa beleza, aa moda a e transitoriedade destes temas na obra da fotógrafa e ao meu ver isso se perdeu locando a história a uma mulher mais velha. Enfim, pouco do filme é artísticamente aceitável para se comparar aa obra de Woodman, portanto, entendo que a premissa da sinopse "sobre a vida de Francesca Woodman"/ "recriar a obra de Francesca Woodman" (sinopses que já por aí) não se cumpre. Eles poderiam ter sido menos pretensiosos e mais originais tentando recriar mais metaforicamente ao invés de simplesmente copiar (como tentaram em fazer cm mtas fotos), o que foi desastroso. Com licença aos que gostaram do filme.
O que eu posso dizer sobre esse filme?
Sabe aquela sensação de estar com quem te compreende?
Então, foi exatamente isso que senti nas frases profundas do filme.
Além, de ter me intrigado com a Fransesca, posso dizer que depois que acabei de ver quis saber em profundidade sobre a vida dela.
Uma coisa que não entendi, porém:
O garoto loiro que aparecia era uma alucinação dela, certo?
Fiquei me perguntando... por que ela alucinava com esse garoto?
Continuando, achei bem muito bom.
Como pontos fracos:
O filme é bem parado (e eu sei que é para mostrar a beleza das imagens), mas poderia haver mais falas, justamente para entender o que se passa na cabeça da Fransesca (minha opinião, você tem o direito de ter a sua).
E, justamente, poderia ser maior se fosse para mostrar mais da personalidade de Fransesca (não só pelas suas fotos interessantes) mas, pelos seus relacionamentos (poucos personagens falam no filme).
Bem, além disso, digo:
assistam!
Link:
foto/imagem, enfim
Tem foto aqui que ficou muito mais para Nan Goldin do que para Francesca, fala sério...
Uma observação necessária e pessoal: as fotos de Woodman são incrivelmente superiores aos ensaios mostrados no filme. Tanto em técnica quanto em estética. O filme é profundo, mas eu achei muito feio. Se havia uma discussão em torno da juventude de Francesca, o fato de ela ser jovem demais para a tamanha "sobriedade" e "amargura" (palavras de um crítico de arte do Ny Times que certa vez a descreveu assim), não era cabível escolher uma atriz de meia idade para recriar tudo. Francesca era madura, nada além disso. Há muito apego á juventude, aa beleza, aa moda a e transitoriedade destes temas na obra da fotógrafa e ao meu ver isso se perdeu locando a história a uma mulher mais velha. Enfim, pouco do filme é artísticamente aceitável para se comparar aa obra de Woodman, portanto, entendo que a premissa da sinopse "sobre a vida de Francesca Woodman"/ "recriar a obra de Francesca Woodman" (sinopses que já por aí) não se cumpre. Eles poderiam ter sido menos pretensiosos e mais originais tentando recriar mais metaforicamente ao invés de simplesmente copiar (como tentaram em fazer cm mtas fotos), o que foi desastroso. Com licença aos que gostaram do filme.