Durante a guerra da Argélia por independência da França, um jovem francês que pertence a um grupo terrorista de direita e uma jovem que pertence a um grupo terrorista de esquerda se encontram e se apaixonam. A situação se complica quando o grupo terrorista suspeita que o rapaz é um agente duplo.
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Bruno representa muita gente. Ele está perdido, vazio de ideais, não sabe mais no que acreditar. A única coisa que parece realmente importar para o existencialista é o surgimento do amor em sua vida
A abordagem "os dois lados são violentos e torturam" em uma guerra de uma colônia tentando se libertar contra um país colonizados é bem questionável. Ainda assim a frança o censurou. Mas foi o mais adequado pra nos mostrar a psique do protagonista. Ele não é um extremista de direita, ele abandona esse lado, mas ainda assim ele resiste a dar informações...Só por que ele quer
No mais ótimas ideias e ótimos diálogos, mas achei muito confuso, até mesmo pro godard. Não confuso estilo "O que isso quer dizer?", confuso estilo "O que essa pessoa tá fazendo?"
05/05/2024
vale só pelos sarcasmos afinados
O filme é tão intenso no que denunciava na época que foi censurado pela França só sendo lançado um par de anos depois. O filme é incrível, o personagem é grotesco em vários sentidos: egoísta, babaca, narcisista, chato (enfim, todas as qualidades básicas de um filiado de um partido de direita). Anna Karina está deslumbrante, cativa do momento que aparece ao último minuto em cena, fácil perder uma aposta em não se apaixonar. O último diálogo no apartamento dela entre os protagonistas é maravilhoso, mostra bem o que ambos defendem e de que lado estão (ele está do lado dele mesmo). O filme é intrincado, mas é genial.
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O Pequeno Godard.
O pequeno soldado
Bom filme, mas outros do Godard são melhores.
Visto em 14 09 22