Lei da Selva: A história do jogo do bicho

Lei da Selva: A história do jogo do bicho (2022)
Lei da Selva: A história do jogo do bicho
Média do filme: 4.2 de 5 — baseado em 88 votos
MÉDIAFILMOW
4.2
88 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Pedro Asbeg
Data de lançamento 29 Abril 2022 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 207 min (3h27)
Classificação indicativa de Lei da Selva: A história do jogo do bicho: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Status Em Exibição

Dirigido por

Data de lançamento

29 Abril 2022

Duração

207 minutos Classificação indicativa de Lei da Selva: A história do jogo do bicho: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
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Sinopse

A loteria criada para financiar um jardim zoológico foi incorporada pela cultura popular carioca, e nos moldes da máfia italiana, se transformou num imenso império do crime.

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Vicentina Pede Desculpas | Trailer Oficial

Vicentina Pede Desculpas

Comentários 1
amigos querem ver
monicavidal04c5c43ff21e4674
Mônica Vidal
2 anos atrás

Onde assistir?

allmighty
Allmighty
3 anos atrás

A proposta da série é muito boa e é cumprida enquanto ela foca no Jogo do Bicho, mas descarrila no final quando usa o vínculo entre os contraventores e a milícia para inserir um crime que não foi ordenado por bicheiros.

A história do Jogo do Bicho sob diversas visões desvela as relações promíscuas entre contravenção, crime, segurança, política e judiciário, conseguindo com sucesso gerar a indignação em quem assiste. O trabalho de pesquisa é muito bom e merece elogios.

Algumas das análises ou opiniões certamente vão incomodar quem tem o pensamento mais conservador. Porém, como se trata de um fenômeno social, não existe uma única resposta ou conclusão que seja certa ou fechada em si. É um mérito provocar a inquietação e gerar a dúvida ou a reflexão sobre o jogo e a própria cidade do Rio.

Uma derrapagem é a linguagem demasiado acadêmica em alguns momentos da série, em particular no segundo episódio. Ela faz mais sentido em um artigo escrito do que numa série para a televisão. Acredito que a atenção do espectador possa se dispersar nesses trechos.

O quarto episódio cumpre sua proposta enquanto mostra a relação entre as transformações recentes na contravenção e sua relação com a milícia e seu papel nesse contexto. Como a milícia se tornou um ator relevante nesse meio, é importante mostrar como o Jogo do Bicho foi importante para ela se desenvolver, assim como ela é uma peça importante na engrenagem da contravenção.

O episódio terminaria bem se terminasse nesse ponto, mas a opção por avançar sobre um crime, cujos suspeitos são milicianos, e sua relação com políticos é um equívoco. Se existe alguma dúvida sobre a intenção de forçar essa relação ela é confirmada na dedicatória ao final do episódio.

A falha se agrava porque ignorou a relação do Jogo do Bicho com a máfia israelense, que se desenvolve no mesmo período que a relação com a milícia, em detrimento de explorar o referido crime durante metade do episódio.

Ao mesmo tempo em que as relações com a política são aprofundadas nesse trecho, elas são apresentadas superficialmente no terceiro episódio. Optou-se por não apresentar os políticos nem agentes de segurança e do judiciário comprovadamente envolvidos com o Jogo do Bicho, tema da série.

Outra ausência notável é a relação da imprensa e da mídia com a contravenção, aprofundada a partir da inauguração do Sambódromo e da fundação da Liga Independente das Escolas de Samba, num claro conflito de interesse do grupo detentor da plataforma que viabilizou e disponibiliza o documentário.

A série é uma boa pedida para todos que se interessam sobre o Jogo do Bicho, o Rio de Janeiro ou o tema da criminalidade no país assistirem e tirarem suas próprias conclusões.

mauricioforain
Maurício
½
3 anos atrás

Essa série documental é o bicho! (com o perdão do trocadilho)

aes-senpai
Adriano
½
4 anos atrás

O documentarista Pedro Asbeg, de 46 anos, é autor de “Democracia em Preto-e-Branco”, sacudido e irresistível documentário sobre a turma de Sócrates, Vladimir e Casagrande, que amava futebol, rock e política progressista. Assinou, também, com Alice Lanari, “América Armada”, documentário sobre a guerra às drogas no subcontinente e seus estragos.Em sua radiografia do Jogo do Bicho, Asbeg não perde o embalo. Realiza um documentário com direção de arte (os entrevistados – nomes de ponta como Misse, Simas, Paes Manso, Tainá de Paula, Freixo, Chico Otávio – falam em cenários enfeitados com a bicharada do Zoo), trilha sonora descoladíssima e fina acuidade política. E mais: conta com a intervenção de um narrador muito do abelhudo e atrevido (voz de Marcelo Adnet). Aliás, para resumir “Lei da Selva” em uma única expressão, ela só pode ser: “ô série ousada, corajosa e necessária”.

amfsp
Andre F
½
4 anos atrás

O segundo e terceiro episódios são bem interessantes, porém o último é propaganda da militância esquerdista descarada. Em uma série sobre o jogo do bicho, conseguiram enfiar o Freixo para falar adivinha o q??? A palavra falada por ele em 99% do tempo: milícia. Tbm deram um jeito de colocar a Marielle para puxar qualquer link de seu assassinato com os Bolsonaro. De maneira muito desonesta eles falam da condecoração do Flávio Bolsonaro para o Adriano da Nobrega, embora não citem que isso se deu enquanto o Adriano ainda era policial e não havia envolvimento dele com o crime.

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