Dez anos se passaram desde o casamento de Joe Lampton com Susan, a filha de seu chefe. O casal tem agora dois filhos, mas o relacionamento encontra-se em decadência. No trabalho, Joe vive no descrédito, à sombra de sua ascensão meteórica, que todos sabem não ser decorrente de sua competência. Sem autonomia sobre sua vida, seja no âmbito particular, como pai e marido, ou no profissional, Lampton está na amargura. Algo precisa ser feito.
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Há um claro paralelo nas escolhas de Joe com o comentário social que o filme faz, o que é muito interessante. Com isso fica claro o pertencimento à nouvelle vague britânica. Pena que nada disso é muito mais aprofundado (para isso teriam que mudar o título do filme). E apesar do esforço que Ted Kotcheff aplica na direção, o filme não ganha muito mais interesse por causa do problemático desenvolvimento dos personagens, que nunca fica inteiramente credível, atrapalhando no final o entendimento do que aqueles personagens realmente queriam.
Coitado...
Esplêndido! Que abordagem absolutamente rica sobre os relacionamentos humanos, em especial, sobre a vulnerabilidade das pessoas em serem "senhores" de seus próprios corações. Laurence Harvey e Jean Simmons brilhantes enquanto conjugam um encontro amoroso em que a aposta pode ou não ser bem sucedida.