- que coisa boa ver o claudio cunha e a nicole puzzi atuando depois de tanto tempo - acho que o papel original devia ser da Zilda mesmo, mas a nicole mandou bem - uma ótima homenagem a todos da boca do lixo - adorei a metalinguagem, quando o claudio pega as fitas VHS e vai ver os filmes... sensacional!
Apesar de a biografada não ter podido participar do projeto, a substituição puzziana foi ótima e providencial: não apenas manteve a magia bocadolixense como criou uma deliciosa ambigüidade sensual na seqüência em que o pai do namorado assiste aos filmes antigos dela... Genial, inclusive: demorei para reconhecer o Cláudio Cunha, mas aquela piada incrível sobre o frango não nega a sua verve satírica viva até aquele ano de 2015, que foi justamente o de sua morte. O segmento musical sobre o "mal hombre" ficou em minha mente por muito, muito tempo após a sessão: linda canção, maravilhosa encenação interna. Um quase média-metragem fascinante em seu elã contemporâneo que resgata as memórias de um passado egrégio (e sub-aproveitado, à época) sem desconsiderar a importância do desamparo intersticial. Lindo, fiquei emocionadíssimo ao término desta projeção mui graciosa de intenso amor! (WPC>)
- que coisa boa ver o claudio cunha e a nicole puzzi atuando depois de tanto tempo
- acho que o papel original devia ser da Zilda mesmo, mas a nicole mandou bem
- uma ótima homenagem a todos da boca do lixo
- adorei a metalinguagem, quando o claudio pega as fitas VHS e vai ver os filmes... sensacional!
Apesar de a biografada não ter podido participar do projeto, a substituição puzziana foi ótima e providencial: não apenas manteve a magia bocadolixense como criou uma deliciosa ambigüidade sensual na seqüência em que o pai do namorado assiste aos filmes antigos dela... Genial, inclusive: demorei para reconhecer o Cláudio Cunha, mas aquela piada incrível sobre o frango não nega a sua verve satírica viva até aquele ano de 2015, que foi justamente o de sua morte. O segmento musical sobre o "mal hombre" ficou em minha mente por muito, muito tempo após a sessão: linda canção, maravilhosa encenação interna. Um quase média-metragem fascinante em seu elã contemporâneo que resgata as memórias de um passado egrégio (e sub-aproveitado, à época) sem desconsiderar a importância do desamparo intersticial. Lindo, fiquei emocionadíssimo ao término desta projeção mui graciosa de intenso amor! (WPC>)