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Baseado em fatos reais. Luta de classes, incesto e homicídio fazem parte do crime mais horrível na França do século 20. O filme conta a história das irmãs Christine e Léa Papin, duas empregadas domésticas que na cidade francesa de Le Mans, em Fevereiro de 1933, praticaram o brutal assassínio da Madame Lancelin e da sua filha Geneviève. Obrigadas a trabalhar desde muito novas, Christine e Léa são contratadas como empregadas domésticas por algumas famílias, até chegarem na Lancelin, onde são bem tratadas. As moças dividem um quarto no sótão e a relação entre a mais velha, a dominadora Christine, e a sua irmã, muito mais nova e menos esperta, Léa, transforma-se num envolvimento com uma forte componente sexual.
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Não é ruim, chega a ser ate mais corajoso e ousado, mas a versão de 94 é muito melhor.
Desde a simplicidade do elenco, até a abordagem.
Talvez se não tivesse visto tão próximo um do outro até teria curtido um pouco mais esse aqui.
10-02-2024
Fraquíssimo comparado a Sister My Sister. Esse eu até passei algumas cenas de tão chato, não senti tensão nenhuma e nem se justificou o
assassinato porque nem pudemos ver direito a forma que a patroa as tratava
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Les Blessures Assassines (exibido em festivais no Brasil sob o título “O Caso das Irmãs Assassinas”), do diretor francês Jean-Pierre Denis, autor do roteiro baseado no livro de Paulette Houdyer, conta o caso real do famoso crime cometido pelas irmãs Papin, que mataram sua patroa e a filha na França na década de 1930.
Christine Papin (Sylvie Testud) foi criada com a irmã Emilia em um orfanato administrado por freiras, rejeitadas pela mãe e pela tia. Léa, a irmã mais nova e a favorita da mãe, segue vivendo com a mãe enquanto estuda em uma escola católica. Emilia resolve seguir a carreira sacerdotal e seus laços com Christine se desfazem aos poucos, o que leva Christine a dedicar todo seu amor à caçula Léa, a quem visita regularmente, apesar do relacionamento conflituoso que mantém com a mãe.
Christine trabalha como criada em várias residências de famílias ricas, mas sua insubordinação e aparente instabilidade emocional resultam em demissões sucessivas. Ela consegue um emprego em uma casa junto com Léa, que demonstra um interesse incestuoso pela irmã mais velha. Depois de serem demitidas mais uma vez, Christine finalmente consegue encontrar uma residência onde pode trabalhar novamente com Léa, para a felicidade de ambas.
No entanto, Christine parece cada vez mais insubordinada e os anseios incestuosos de Léa se intensificam, até que Christine cede e as duas iniciam um romance secreto em seu pequeno sótão na casa onde trabalham. Cada vez mais obcecada pela irmã e insatisfeita com as condições de trabalho e com o tratamento recebido pelos patrões, Christine acaba perdendo o controle e, em uma explosão de raiva, mata brutalmente a patroa e sua filha.
O filme de Jean-Pierre Denis tenta retratar o declínio psicológico de Christine, justificando-o com a infância no orfanato, a rejeição da mãe e da tia e os maus-tratos dos patrões. No entanto, ele falha por não se aprofundar no perfil psicológico de Christine – é impossível imaginar o que se passa na cabeça dela, de modo que, quando comete os assassinatos, o ato parece totalmente gratuito e impulsivo, enquanto fica subtendido que, na verdade, a explosão de violência de Christine é uma consequência do acúmulo de frustrações em sua vida.
A atuação de Sylvie Testud é o ponto alto do filme, mas sua decadência psicológica não é bem explorada pelo roteiro, apesar do empenho da atriz em se mostrar cada vez mais atormentada e sofrida.
No final das contas, Les Blessures Assassines não é bem sucedido como uma exploração psicológica do que motivou o crime brutal cometido por Christine, fruto de um roteiro que poderia ser mais coerente e subjetivo – uma boa oportunidade de explorar a mente de Christine que, infelizemente, acaba desperdiçada.
Que wtf de sinopse é essa?
Quem ler não precisa mais assistir ao filme!!!
Esse filme é muito demente. Mas é bom!