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Data de lançamento
20 Dez. 2006Duração
Junho de 1944. Tadamichi Kuribayashi (Ken Watanabe), o tenente-general do exército imperial japonês, chega na ilha de Iwo Jima. Muito respeitado por ser um hábil estrategista, Kuribayashi estudara nos Estados Unidos, onde fizera grandes amigos e conhecia o exército ocidental e sua capacidade tecnológica. Por isso o Japão colocou em suas mãos o destino de Iwo Jima, considerada a última linha defesa do país. Ao contrário dos outros comandantes Kuribayashi moderniza o modo de agir, alterando a estratégia que era usada. Ele supervisiona a construção de uma fortaleza subterrânea, feita de túneis que davam para as suas tropas a estratégia ideal contra as forças americanas, que começam a desembarcar na ilha em 19 de fevereiro de 1945. Os japoneses sabiam que as chances de sair dali vivos eram mínimas. Enquanto isto acontece Kuribayashi e outros escrevem várias cartas, que dariam vozes e rostos para aqueles que ali estavam e o relato dos meses que antecederam a batalha e o combate propriamente dito, sobre a ótica dos japoneses.
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Como que eu demorei demais para ver este filme, corrigido esta falha de caráter da minha parte.
O filme é sensacional, mostra o exército japonês sem condições de lutar mas a honra ainda fala mais alto.
Triste e impactante.
Um dos melhores filmes de guerra que já assisti. Lembro de primeira vez que assisti no SBT e foi amor à primeira vista. Um filme de guerra que foge dos padrões da propaganda norte-americana, na perspecção dos japoneses, que assim como os norte-americanos, são enviados à guerra como peças descartaveis, tendo como grande diferença o lance cultural da honra nipônica e do culto ao imperador. Um dos melhores filmes que já assisti, e está no meu top tier de filmes de guerra.
É impressionante como quase nunca se fala sobre o Japão imperial ser fascista e ter cometido atrocidades tão asquerosas quanto os alemães, por exemplo. Dito isso, sempre foi controverso tratar do fascismo histórico no cinema. Se por um lado, pintar seus membros como loucos, descolados de um contexto econômico que propicia (até hoje) o surgimento de fenômenos fascistas, faz o público fechar os olhos para o fato de que fascismo não é apenas o que ocorreu na Alemanha, que é inerente e cíclico no capitalismo e que esse movimento não foi fruto apenas de mentes malignas e mirabolantes dos anos 30/40; humanizá-los e dar camadas de personalidade á eles também pode causar desconforto. Na realidade eu não sei o que Clint Eastwood pensou ao gravar esse filme, só sei que é muito difícil tratar desse tema no cinema.
- caraca! agora que assisti que eu percebi que é iwo jima, eu jurava que era hiroshima, que o filme era sobre uma das cidades que jogaram a bomba atômica
- é bom, mas não me pegou tanto, tem tempo que não curto filme de guerra
- será que vendo o filme irmão desse completa alguma coisa e melhora a percepção?
- esse pelo menos acerta em mostrar como guerra é tudo idiotice
Faz algum tempo que perdi o interesse por filmes de guerra , em especial aqueles que possuem muitas batalhas, explosões e afins. Claro que não posso diminuir o filme de Eastwood apenas à isso , todavia me entediou, não me afeiçoei as personagens e seus dramas ainda que eu compreenda o dilema que o diretor apresenta sobre aquele bobo discurso de honra e patriotismo. No frigir dos ovos penso que não há nada de muito novo.