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Data de lançamento
26 Out. 2008Duração
Baseado no livro homônimo escrito por Charles Dickens.
Após a morte de seu pai, Arthur Clennam retorna a Londres depois de ter passado os últimos quinze na China, sem ter feito grande fortuna. Intrigado com as últimas palavras de seu pai: "Arthur, corrija-se", em seu retorno, ele decide visitar sua mãe para uma explicação. Assim em sua casa, ele conhece Amy Dorrit Arthur, que, para ganhar a vida, trabalha como empregada da Sra Clennam durante alguns dias da semana, dedicando o resto ao cuidado de seu pai orgulhoso, que está servindo uma sentença de dívida em Marshalsea Prisão. No entanto, Arthur, que suspeita que sua família tenha algo a ver com os infortúnios de Dorrit, começando a conhecê-los e torna-se amigo de Amy, que está prestes a amá-lo.
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Amei! Acho que vai ser pra sempre um dos meus favoriros, mas isso não quer dizer que seja uma série perfeita. Não li o livro ainda e nem vi outras adaptações dessa história, então não tenho nada para comparar, o que faz dessa crítica a mais pura possível. Vou evitar dar spoillers, mas por via das dúvidas...
Confesso que não entendi muito bem a revelação final, enquanto estava tendo o casamento eu ainda estava me perguntando se eles eram meio-irmãos ou algo assim. Pode ser um problema de tradução, mas creio que ficou confuso mesmo, muita coisa teve que se resolver no último episódio.
O que a correria não pode justificar é a introdução da Tattycoram e da Miss Weide no primeiro episódio, foi tão repentino que pareceu que fizeram um corte brusco na edição, não tinha conexão com nada e nunca deram espaço e tempo para realmente explorar os sentimentos das duas. E isso pode parecer meio errado, mas eu queria uma explicação para o contexto da Tatycoram, como diabos ele foi parar ali. por que, tipo, isso aqui não é Bridgerton sabe?! Foi o plot mais aleatório pra mim e sabendo da resolução que teve, concluo que poderia ser cortado.
O assassino simplesmente desaparecendo por alguns episódios sem mais nem menos também foi estranho, o motivo que ele apresentou para fazer isso foi bem esquisito e nada convincente. Me fez pensar que o ator ficou indisponível por um tempo e eles tiveram que improvisar.
Enfim, eu poderia apontar outras coisas, mas acho que isso já é o bastante e também o que mais se destacou pra mim. Para além disso, o que posso dizer é que o Mr. Clennam é um gato! kkkk
Alguém por favor me explica esse final!!!
Uma produção caprichada da BBC inglesa indicada a 11 Primetime Emmy Awards 2009 (dos quais venceu 7 estatuetas), “Little Dorrit” é uma minissérie que chama a atenção pela riqueza (sem trocadilhos, por favor) de personagens e pela presença de uma trama que exerce mesmo uma influência positiva em todos nós (tendo em vista que somos defrontados com personagens admiráveis, como John Chivery, Amy Dorrit e Arthur Clennam). A única ressalva que fazemos em relação ao programa vai diretamente ao roteiro de Andrew Davies – ele se preocupa tanto com o desenvolvimento dos personagens que a minissérie fica totalmente morna no seu meio e só consegue recuperar o seu ritmo nos três episódios finais, que são simplesmente sensacionais.
Apesar do final ter sido extremamente corrido, achei a série maravilhosa. Claire Foy como Amy estava encantadora. E o nosso eterno Mr. Darcy, nem tem o que falar.
Não sei para quem eu mais torci para ser feliz: Amy ou o jovem carcereiro!
Boa série!