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Living (1971), o favorito de Zwartjes dos seus próprios filmes, é o clímax da sua série de curtas Home Sweet Home, em que ele explora os quartos da sua casa nova na cidade de Haia, Países Baixos. “Living tem essa misteriosa, indefinível atmosfera”, disse Zwartjes em uma entrevista. “A estranha maneira com que as pessoas se movem com a música lamuriosa as acompanhando...”. O filme é uma demonstração do virtuoso trabalho de câmera de Zwartjes. Ele faz o personagem principal e ao mesmo tempo opera a câmera, que carrega em suas mãos enquanto filma a si mesmo.
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Estranho mas me hipnotizou de um jeito quase enigmático.
legal
A câmera angular rapidamente remete a Gaspar Noe, mas, por conta da trilha sonora e estética como um todo, é melhor posto ao lado de Gerald Karlg e seu Angst, que inclusive foi influência do Noe.
O vanguardismo impressiona e a fotografia completa, com as câmeras inusitadas e eficientes, a sensação de contemplar o todo, cool e fashion demais para os anos setenta (há controversas! rs).
no mínimo estranho, mas prendeu minha atenção de forma quase hipnótica... a trilha é enigmática, misteriosa...
http://www.youtube.com/watch?v=rOdvpdXHq-4
Não sei se existe uma avaliação clara, mas gostei da trilha...