Um escritor de contos eróticos de 38 anos se apaixona por uma ninfeta inglesa de 16 e planejam se casar. Bronson, então, vai conversar com a família da garota, mas o pai não parece concordar com o casamento, porque Bronson seria muito velho, falido, pervertido e americano. Já a mãe concorda e transfere a ele parte das suas obrigações de mãe, como por exemplo lembrar sempre de escovar os dentes.
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Há de se considerar a época e seu contexto.
Apesar do tema sensível, o diretor consegue extrair algo muito perto de uma comédia. Isso deixa esse filme bem longe de Lolita de Kubrick.
Os anos 60 e 70 foram anos onde a mulher se emancipou e tomou pra si direitos e responsabilidades que antes eram só dos homens. Mesmo em tenra idade, Twinky levava a vida do jeito que queria e pra falar a real
seu marido era apenas um acessório
Acredito que não teremos uma remasterização dada nossa época atual e por ser um tema que pode ser sensível para alguns. Mas seria bem legal ver esse material remasterizado, tanto por ser um bom filme, quanto por ser um registro histórico de um época, de um tempo de mudança na sociedade.
Vale conferir!
Há muito tempo via vislumbrando e querendo assistir este primevo filme de Richard Donner, mas não sei por que razão do adiamento, talvez por julgá-lo mal antecipadamente. Deparei-me com ele no UNITV, legendado, e vi a oportunidade de conferi-lo. Surpreendentemente, dirigido pelo cineasta de fitas de sucesso de ação nos anos 80 e por um ator que vinha agalgando espaço no cinema, fazendo bons faroestes antes desta comédia e após, fitas de ação policial bem sucedidas e tendo Charles Bronson na película, isso já bastaria para uma conferida. Não é um filme totalmente ruim, mas também não é uma comédia engraçada, aliás, tem muitos momentos irritantes por causa da personagem "Lolita" da Susan George que desde sempre gostava de interpretar vagabundas e piriguetes. No final, deveria ser engraçado, mas é chato em muitos momentos, me parecendo que Charles Bronson ficou um tanto desconfortável nalguns momentos. Pelo senso moral de hoje, a relação de um homem de 38 com uma adolescente de 16 seria totalmente inviável, criminoso. Mas, tratando-se, desta época em que o filme foi rodado, tudo era permitido.
Não é ruim, serve como curiosidade para ver Bronson antes do bigode e antes da fase justiceiro, Susan George aqui com 20 anos e 1 ano antes de sob o domínio do medo, ver os costumes, trajes e londres da época é a forma de passar o tempo, embora não seja um filme que vá agradar a todos.
Me recordo de ter assistido esse filme anunciado com o título de "Lola", pela Rede Brasil de Televisão, na extinta Sessão da Madrugada, em meados dos anos 2000. "Twinky", no sub-título original, é classificado como um romanceado melodrama de comédia sexual sombrio, representando o fim de um ciclo da vida dos anos sessenta em Londres.
Dirigido por Richard Donner e estrelado por Charles Bronson e Susan George, esse inusitado thriller setentista explorou com veemência a liberdade sexual de sua época, descrevendo a personagem de Susan George como uma "jovem ninfeta ingênua".
A trilha sonora é memorável. A canção-título e outros dois números originais são compostos e interpretados por Jim Dale.
Infelizmente, não o considero um dos melhores trabalhos de Bronson, que atuou soberanamente em inúmeros outros clássicos e produções de altíssima qualidade. "Twinky", na concepção e realização, deixou a desejar em vários aspectos, testando a paciência do expectador. É um cult-movie com avaliação duas estrelas. Vale pela nostalgia e só.
ele tem um podcast de entrevistas e ela é cosplayer no tiktok