Fui de coração aberto: a sinopse é promissora e a derivação de HQ assegurou o estilo descolado da obra. A direção feminina, idem. Porém, a despeito da promessa titular (para que em inglês, gente?) e das manifestações biográficas dos personagens, as situações e pessoas são suplantadas pela ação incessante - e nem sempre interessante. Gosto da direção de arte, do uso dos espaços, das figurações fantasmagóricas dos usuários de 'crack', de toda a mitologia vampiresca, das relações de amizade ofertadas, mas tudo decai quanto as brigas começam, a disputa automática de territórios, e o filme se perde numa inverossimilhança que trai até mesmo as convenções da diegese. Tem ritmo, ao menos. Minha mãe curtiu até a metade. E é sempre muito válido que realizadores brasileiros invistam no terror! (WPC>)
como quem publicou uma dissertação de mestrado sobre filmes de terror nacionais (Corpus Simulacrum: cinema de terror, motores de dobra e semiótica alien, UFRN/2023) posso dizer: um dos melhores filmes de terror nacionais de 2000 pra cá. Entrega ótimos momentos de horror gráfico e adensa as narrativas brasileiras sobre seres sanguinários. Vida, morte, amor e sangue em uma são Paulo colapsada e tomada por vampiros. Quem puder ir ver no cinema, não perca a oportunidade. 10/10
No centro de uma gótica São Paulo, devastado pelo crack, uma vampira frequenta um café, cativando um garçom ingênuo.
À medida que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, ele é atraído para um mundo perigoso de intrigas imortais, desafiando sua mortalidade.
Longa visualmente fascinante que vai nos envolvendo justamente por sua beleza plástica.
Terror adaptado da aclamada graphic novel homônima de Danilo Beyruth, "Love Kills " explora o universo dos vampiros como metáfora para traumas, exclusão social e construção de identidade.
não existe alho em sp
Fui de coração aberto: a sinopse é promissora e a derivação de HQ assegurou o estilo descolado da obra. A direção feminina, idem. Porém, a despeito da promessa titular (para que em inglês, gente?) e das manifestações biográficas dos personagens, as situações e pessoas são suplantadas pela ação incessante - e nem sempre interessante. Gosto da direção de arte, do uso dos espaços, das figurações fantasmagóricas dos usuários de 'crack', de toda a mitologia vampiresca, das relações de amizade ofertadas, mas tudo decai quanto as brigas começam, a disputa automática de territórios, e o filme se perde numa inverossimilhança que trai até mesmo as convenções da diegese. Tem ritmo, ao menos. Minha mãe curtiu até a metade. E é sempre muito válido que realizadores brasileiros invistam no terror! (WPC>)
como quem publicou uma dissertação de mestrado sobre filmes de terror nacionais (Corpus Simulacrum: cinema de terror, motores de dobra e semiótica alien, UFRN/2023) posso dizer: um dos melhores filmes de terror nacionais de 2000 pra cá. Entrega ótimos momentos de horror gráfico e adensa as narrativas brasileiras sobre seres sanguinários. Vida, morte, amor e sangue em uma são Paulo colapsada e tomada por vampiros. Quem puder ir ver no cinema, não perca a oportunidade. 10/10
"Acredite, você não quer me conhecer. "
Love Kills (Brasil, 2025)
Direção: Luiza Shelling Tubaldini.
Com: Thais Lago, Gabriel Stauffer, Iuri Saraiva, Erom Cordeiro.
No centro de uma gótica São Paulo, devastado pelo crack, uma vampira frequenta um café, cativando um garçom ingênuo.
À medida que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, ele é atraído para um mundo perigoso de intrigas imortais, desafiando sua mortalidade.
Longa visualmente fascinante que vai nos envolvendo justamente por sua beleza plástica.
Terror adaptado da aclamada graphic novel homônima de Danilo Beyruth, "Love Kills " explora o universo dos vampiros como metáfora para traumas, exclusão social e construção de identidade.
Nos cinemas!!!
Filme Pavoroso.
O casal de atores principais devem ser amadores.
Iluminação muito ruim.