Depois de perder contato com a Terra, o astronauta Lee Miller fica sozinho em órbita a bordo da Estação Espacial Internacional. Com o passar do tempo e completamente sozinho, Miller luta para manter a sanidade mental e sua vida. No seu dia a dia claustrofóbico e solitário, ele acaba fazendo uma estranha descoberta dentro da nave.
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Então era isso que o Isaac Clarke fazia antes de ir pra Ishimura? Não precisa de tanta explicação para o desfecho. O fim é justamente o começo de Dead Space, haha.
Mas falando sério, a filosofia do filme é encantadora. Não precisou de muito dinheiro e nem de um roteiro cheio de reviravoltas para abordar aquilo que propôs: a condição e as necessidades humanas. A experiência funcionou, pois tudo se resumiu a flashbacks, ambientações incríveis e solidão; essa última acarretada pela quebra de conexões que a situação do filme causou. Foi aí que souberam aproveitar para traçar um paralelo com o quão significativa a ausência pode ser.
O final realmente deu a entender que o mundo estava acabando, e que Lee Miller era a última presença humana restante, ou uma das; isso explica o porquê de ter perdido contato com a terra. Também paira aquela duvida se ele realmente se matou ou se ficou à deriva, na esperança de alguma nave ou inteligência artificial o encontrar.
No fim, ao mesmo tempo que a trama é uma subsequente exploração da psique humana, metáforas visuais subjetivas e impasses existenciais que colocam o ser à prova, ela também aborda as consequências diretas do que a falta de amor pode provocar: a destruição de um universo. No caso, o universo aqui abordado é tanto implícito no ser como também literal.
Algo experimental do diretor William Eubank,com um começo estranho e indecifrável,não sabemos muito bem o que o diretor quer dizer.O meio e final já resolve as confusões e se torna um filme interessante.
Tem muito de ''2001'' aqui.
>Assistido em 30 de Janeiro de 2018
"O que a incerteza pode fazer com a cabeça de um homem? Pelo que sei pode enloquecer..."
Se procuras ficção científica, passe longe, ele trata de um astronauta isolado em uma estação espacial avariada, mas a semelhança com Gravidade termina aí (exceto por diálogos com pessoas imaginárias), o filme fala sobre solidão, sobre sermos animais sociais dependentes de interação, porém, repentinamente o filme toma outro rumo e seu final fica "tipo" Inteligência Artificial, só que dirigo pelo Terrence Malick, a partir desse ponto ultrapassou minha compreensão.
Ele é beeem lento, chega a ser enfadonho.
O fato dele estar numa estação espacial e não ter baixa gravidade tira completamente a imersão.
PÉSSIMO FILME!!! HORRÍVEL!!!
HISTÓRIA\ROTEIRO SÃO PÉSSIMOS, BIZARROS, ESTRANHOS, SEM EXPLICAÇÃO NENHUMA, MONÓTONO, CHATO E INCOMPREENSÍVEL!!! :)
DECEPÇÃO TOTAL COM ESSE FILME, ESPERAVA ALGUMA COISA INTERESSANTE E DIFERENTE, MAS INFELIZMENTE ISSO NÃO ACONTECEU!!! :)
TENHO "PAVOR E ODEIOOOO" FILMES QUE SÃO DESSA FORMA, "INEXPLICÁVEIS, BIZARROS, CHATOS, MONÓTONOS E INCOMPREENSÍVEIS", QUE NÃO SE PREOCUPAM EM "EXPLICAR NADA DO ROTEIRO", DEIXANDO AS "COISAS NO AR", ISSO É UM SACO, RIDÍCULO!!! AAAAFFFFF... :)
ENFIM, NÃO PERCAM SEU PRECIOSO TEMPO, A VIDA É CURTA DEMAIS PRA ISSO!!! :) :)