Depois de deixar para trás um casamento problemático, Kate Frazier (Kelly Macdonald) espera encontrar o anonimato com uma nova casa e um novo trabalho em Chicago. A despeito dos flertes com seus colegas de trabalho e outros, a tímida e reservada Kate mantém distância, evitando perguntas sobre sua recém chegada e seu passado recente. Quando Kate conhece Frank Logan (Michael Keaton), os dois descobrem uma inesperada satisfação em seu silêncio. Assombrado pelas escolhas que tem, Frank encontra um espírito meigo na jovem Kate e, por um momento, os dois parecem destinados a reconstruirem um ao outro. Enquanto o feriado de Ano Novo na paisagem urbana parece inexplicavelmente belo e relaxantemente quieto, a amizade de Kate e Frank se transforma em necessidade e sobrevivência. Mas, nem uma alma solitária pode escapar das vidas que eles deixaram para trás. Quando os acontecimentos desvelam e a dolorosa verdade vai aparecendo, Frank é forçado a mostrar o homem que realmente é, enquanto Kate luta para se transformar na mulher que precisa ser.
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Toda a boa premissa inicial é jogada fora da metade pro fim.A boa dinâmica entre os personagens principais se torna irritante em questão de minutos.Michael Keaton em um dos personagens mais estranhos na carreira.
-20 de Maio de 2022
não compreendi muito bem mas até que gostei.
Como é bom se surpreender com trabalhos assim. Simples, porém, bem realizado, adorei a fotografia com as profundidades, trilha sonora. Só procurei esse filme por ser dirigido por Michael Keaton.
Ótimo!
Cada personagem seus adjetivos traz muita densidade na história. São atores e atuações muito bem construídas e dirigidas.
A dinâmica do filme é suave, mas não monótona. Prende a nossa atenção pra ver o lado externo e interno das personagens, suas questões e dilemas. A gente nota todo o cuidado da direção fazer algo de conteúdo, sem clichês americanos com gritarias, mulheres surtadas, feministas, putarias, drogas, etc.
O filme busca mostrar a realidade mais íntima dos personagens, seus problemas, e processo.
O intrigante é notar questões como o natal pode amolecer corações, a religiosidade pode se tornar boa ou má depende pra quem, um psicopata que mata os outros mas não consegue tirar a própria vida, o gordinho que tenta conquistar a mocinha sabendo que socialmente não é opção de nenhuma mulher, o ex marido agressivo que volta para tentar se reconciliar usando a fé em Deus, a questão do perdão, o de desejar a morte de alguém, a culpa por ter desejado algo que de fato se realizou, o julgamento da mudança de atitudes dos outros, etc.
Muita densidade dramática, e de maneira leve.
Assistam na Tv Cultura "Terra A Dois", pra entenderem como o escritor, a direção e os atores trabalham pra montar uma produção de conteúdo elementar, subjetivo, reflexivo e crítico. Daí entenderão esse filme.
"Amiga eu não conheço o seu marido, mas parece que ele é doido."
"O que Deus faria se o Diabo se arrependesse de tudo o que ele já fez, e pedisse perdão?"
"O mundo seria maravilhoso se todo mundo estivesse sempre de bom humor".
-Por que o marido teria se matado sem ter deixado um bilhete?
-Um gordo não quer ser mais gordo, mas come batatinhas. Quem sabe porque as pessoas fazem as coisas?
"Você deve ter sido um menino muito bonzinho" (Falando ao psicopata sem o conhecer bem quem ele é)
-Mas e se ela não me quiser?
- Por que ela diria não?
- Por que eu sou divorciado, alcoólatra e fumante.
- Mas ela não sabe disso!
- E eu sou gordo.
- Não é tão gordo assim.
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