6.9 - Filme realizado (e musicado) por Luciano Ligabue, com uma história que no seu aparente retratar da vida de um homem simples e sua família, foca o "seu assunto principal", no sentir italiano dos nossos dias, no peso das dificuldades económicas e no crescimento do desemprego e, como ponto final, na emigração. Uma película algo pesada e algo arrastada e sem grande brilho, que acaba por desperdiçar algumas interpretações de certa qualidade.
Adoro dramas, só que às vezes não tenho paciência para aguentar a carga que o personagem insiste em carregar e se afundar (eu sei, é contraditório). No início, MADE IN ITALY (2018) vai na direção certa, abordando o colapso socioeconômico italiano e o machismo de Riko que sempre prefere os amigos, além de achar que pode trair a esposa e não suporta o contrário, mas do meio em diante se torna insuportável sustentar a crise existencial de um homem que já passou da hora de crescer. Como drama cotidiano, Made in Italy é um produto legitimamente italiano, e sua marca também está na música onipresente e nas maravilhosas locações que apresenta, porém, para mim, é válido apenas como uma bela homenagem à Cidade Eterna. IG @omelhordocinema
No geral eu gostei da proposta do filme, porém, espremeram tanta coisa nos 100 minutos que ficou parecendo um resumão de novela. Um ponto de virada depois do outro, sem aprofundar em nenhuma situação em específico.
O pano de fundo da história é a precariedade econômica da Itália e o fantasma do desemprego.
O personagem principal é Riko, o funcionário de uma fábrica de embutidos descontente com o trabalho, mas que não vê muitas perspectivas além dele.
Há duas linhas que sustentam a história na maior parte do tempo:
a relação com sua esposa e a desconfiança de que ela o esteja traindo.
E a relação com dois de seus amigos mais próximos que lhe acompanham em aventuras, lhe escutam os desabafos, etc..
Enquanto com os amigos vão se sucedendo situações bizarras e reflexões sobre a Itália, com a esposa a linha segue mais o cotidiano desgastado do casal.
6.9 - Filme realizado (e musicado) por Luciano Ligabue, com uma história que no seu aparente retratar da vida de um homem simples e sua família, foca o "seu assunto principal", no sentir italiano dos nossos dias, no peso das dificuldades económicas e no crescimento do desemprego e, como ponto final, na emigração. Uma película algo pesada e algo arrastada e sem grande brilho, que acaba por desperdiçar algumas interpretações de certa qualidade.
Um filme bem agradável de se assistir, e, embora não mostre cita várias cidades da Itália.
A história é fraquinha, mas encanta pela bela declaração de amor à Itália.
Adoro dramas, só que às vezes não tenho paciência para aguentar a carga que o personagem insiste em carregar e se afundar (eu sei, é contraditório). No início, MADE IN ITALY (2018) vai na direção certa, abordando o colapso socioeconômico italiano e o machismo de Riko que sempre prefere os amigos, além de achar que pode trair a esposa e não suporta o contrário, mas do meio em diante se torna insuportável sustentar a crise existencial de um homem que já passou da hora de crescer. Como drama cotidiano, Made in Italy é um produto legitimamente italiano, e sua marca também está na música onipresente e nas maravilhosas locações que apresenta, porém, para mim, é válido apenas como uma bela homenagem à Cidade Eterna.
IG @omelhordocinema
No geral eu gostei da proposta do filme, porém, espremeram tanta coisa nos 100 minutos que ficou parecendo um resumão de novela. Um ponto de virada depois do outro, sem aprofundar em nenhuma situação em específico.
O pano de fundo da história é a precariedade econômica da Itália e o fantasma do desemprego.
O personagem principal é Riko, o funcionário de uma fábrica de embutidos descontente com o trabalho, mas que não vê muitas perspectivas além dele.
Há duas linhas que sustentam a história na maior parte do tempo:
a relação com sua esposa e a desconfiança de que ela o esteja traindo.
E a relação com dois de seus amigos mais próximos que lhe acompanham em aventuras, lhe escutam os desabafos, etc..
Enquanto com os amigos vão se sucedendo situações bizarras e reflexões sobre a Itália, com a esposa a linha segue mais o cotidiano desgastado do casal.