Uma jovem (Maya Hawke) acha que encontrou um caminho para o estrelato na internet quando começa a fazer vídeos no YouTube com um estranho carismático (Andrew Garfield), até que o lado obscuro da celebridade viral ameaça arruinar os dois.
Apesar da perspectiva interessante e atualissima da trama sobre as redes sociais e os nocivos "produtos" e "personagens" frutos desse meio e seus impactos sob o comportamento social o filme e estridente demais e a atuação exagerada e se carisma de Garfield não corrobora para a empatia do público tornando-o uma obra inócua que não alcança satisfatoriamente o alvo que pretendia criticar.
O fenômeno das redes sociais ao invés de conectar pessoas, inflamou ainda mais a sociedade das aparências, nos obrigando a expor uma vida de falsos sucessos "Instagramáveis". ... Em Mainstream acompanhamos Frankie, uma jovem solitária com trabalho deprimente que interage com o mundo pelos vídeos que faz dos outros na rua, até que encontra um cara vestido de rato que muda sua vida. ... Uma comédia dramática sobre amadurecimento e a tomada de consciência de uma época onde grandes sonhos estão fadados ao fracasso e a realidade de aparências é fabricada pela tela de uma rede social. Mas como tornar tudo atrativo e digno de likes? ... O cenário das subcelebridades de Hollywood e o conceito da espetacularização no showbusiness ajudam na composição quase histérica da busca por sucesso irresponsável e a qualquer custo. Mas são os personagens liderados pela introspectiva Frankie e a psicopatia do Link que nos consome por definitivo. ... Por outro lado, a intenção de discutir o tema sem abrir margem para desentendimentos, engessou um pouco o filme que não foge da fórmula básica da linearidades narrativa e até flerta com alguns elementos mais gráficos, mas que soam apenas protocolares. ... 7/10 ... Disponível: #telecineplay #globoplay
Apesar da perspectiva interessante e atualissima da trama sobre as redes sociais e os nocivos "produtos" e "personagens" frutos desse meio e seus impactos sob o comportamento social o filme e estridente demais e a atuação exagerada e se carisma de Garfield não corrobora para a empatia do público tornando-o uma obra inócua que não alcança satisfatoriamente o alvo que pretendia criticar.
O fenômeno das redes sociais ao invés de conectar pessoas, inflamou ainda mais a sociedade das aparências, nos obrigando a expor uma vida de falsos sucessos "Instagramáveis".
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Em Mainstream acompanhamos Frankie, uma jovem solitária com trabalho deprimente que interage com o mundo pelos vídeos que faz dos outros na rua, até que encontra um cara vestido de rato que muda sua vida.
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Uma comédia dramática sobre amadurecimento e a tomada de consciência de uma época onde grandes sonhos estão fadados ao fracasso e a realidade de aparências é fabricada pela tela de uma rede social. Mas como tornar tudo atrativo e digno de likes?
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O cenário das subcelebridades de Hollywood e o conceito da espetacularização no showbusiness ajudam na composição quase histérica da busca por sucesso irresponsável e a qualquer custo. Mas são os personagens liderados pela introspectiva Frankie e a psicopatia do Link que nos consome por definitivo.
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Por outro lado, a intenção de discutir o tema sem abrir margem para desentendimentos, engessou um pouco o filme que não foge da fórmula básica da linearidades narrativa e até flerta com alguns elementos mais gráficos, mas que soam apenas protocolares.
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7/10
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Disponível: #telecineplay #globoplay
Apenas o retrato do que o mundo virou, infelizmente é isso aí, as pessoas dando palco pra qualquer maluco...
Bicho, eu achei esse filme um saco de assistir! Chatíssimo!
literalmente aconteceu o lance do suicidio recentemente