- segundo filme que vejo do diretor em que ele faz o mesmo personagem, acredito que esse tenha sido um estudo ou introdução para "Eu, Empresa" que conversa ainda mais com a geração atual - melhor uso da vanusa cantando o hino nacional que eu ja vi - ele consegue resumir bem um grande grupo de pessoas da nossa sociedade, feliz de não me enquadrar nele
Ok, um filme fiel à sua sinopse: sobre desistência. Como é típico do subtipo de esquerdista vivificado pelo próprio diretor, aquele que conhecemos como "esquerda-caviar". Os anseios desenvolvimentistas do protagonista são convencionais demais (no pior sentido do termo, o capitalista) e os contrapontos "nacionalistas" são tão ou mais preguiçosos que o personagem (ode ao heroísmo de Ayrton Senna? Zombaria extensiva em relação ao "Hino Nacional" deformado que a Vanusa cantou? Lamento chistoso perante o choro decepcionado do jogador David Luiz? Poupe-nos, aff!). Ao menos, direção, montagem e, sobretudo, citações musicais são muito boas. Eternamente apaixonado pela canção do Taiguara que aparece em inúmeros momentos, justificando o mote desistente afinal escrito na tela. Um diagnóstico fiel deste segmento juvenil, com o déficit de ser destinado unicamente a eles: é uma masturbação oblíqua. Não quer o gozo, mas o mero exibicionismo vendável. Não funcionou a contento comigo, apesar de alguns grãos inevitáveis de identificação observacional... (WPC>)
- segundo filme que vejo do diretor em que ele faz o mesmo personagem, acredito que esse tenha sido um estudo ou introdução para "Eu, Empresa" que conversa ainda mais com a geração atual
- melhor uso da vanusa cantando o hino nacional que eu ja vi
- ele consegue resumir bem um grande grupo de pessoas da nossa sociedade, feliz de não me enquadrar nele
Ok, um filme fiel à sua sinopse: sobre desistência. Como é típico do subtipo de esquerdista vivificado pelo próprio diretor, aquele que conhecemos como "esquerda-caviar". Os anseios desenvolvimentistas do protagonista são convencionais demais (no pior sentido do termo, o capitalista) e os contrapontos "nacionalistas" são tão ou mais preguiçosos que o personagem (ode ao heroísmo de Ayrton Senna? Zombaria extensiva em relação ao "Hino Nacional" deformado que a Vanusa cantou? Lamento chistoso perante o choro decepcionado do jogador David Luiz? Poupe-nos, aff!). Ao menos, direção, montagem e, sobretudo, citações musicais são muito boas. Eternamente apaixonado pela canção do Taiguara que aparece em inúmeros momentos, justificando o mote desistente afinal escrito na tela. Um diagnóstico fiel deste segmento juvenil, com o déficit de ser destinado unicamente a eles: é uma masturbação oblíqua. Não quer o gozo, mas o mero exibicionismo vendável. Não funcionou a contento comigo, apesar de alguns grãos inevitáveis de identificação observacional... (WPC>)
A pasteurização do cotidiano.
Esse filme é genial. Um verdadeiro retrato de uma geração que não aguenta mais, literalmente.
Só fico triste por ser um curta, com certeza vai ser menos visto por causa disso. Alô, Curvelo, bora fazer um longa!