Depois de 15 anos, Mário volta a sua cidade natal para enterrar o pai. Agora ele é Marie, uma mulher trans. Reencontra seu melhor amigo de infância, Estevão, e com ele, o seu passado. Estevão e Marie partem numa viagem para a cidade do Crato.
Uma prova de como um curta-metragem bem feito, bem atuado, dirigido, conta muito, muito, mais do que grandes filmes de duas horas. É por isso que não entendo o porquê de algumas pessoas não gostarem de curtas. Os curtas-metragens são a verdadeira riqueza cinematográfica de um país. É ali que estão as ousadias, criatividades, debates, reflexões que, por vezes, não encontram vez em longas-metragens. Destaque para a química entre Wallie Ruy e Rômulo Braga. Por fim, que bonito é ver brasilidade, nordeste, Brasil, interior, realidade. É um curta-metragem que aquece a alma, apesar do tema mórbido.
É um filme bonito, as interpretações são ótimas, a direção é segura, a situação-chave é muito dramática e a falta de clímaces (tudo ocorre como uma exposição do cotidiano) é interessantíssima, criando um valioso contraste entre o olhar de quem vive num lugar onde tudo passa muito rápido mas as pessoas são frias e um ambiente que parece parado no tempo, a despeito das recordações sempre revividas. Porém... Por que não funcionou comigo, se pareço ter apenas elogios para este filme? Acontece... Talvez eu tenha querido mais e as expectativas tenham sido muito elevadas já que gosto muito do diretor. A vida, né? (WPC>)
Uma prova de como um curta-metragem bem feito, bem atuado, dirigido, conta muito, muito, mais do que grandes filmes de duas horas. É por isso que não entendo o porquê de algumas pessoas não gostarem de curtas. Os curtas-metragens são a verdadeira riqueza cinematográfica de um país. É ali que estão as ousadias, criatividades, debates, reflexões que, por vezes, não encontram vez em longas-metragens. Destaque para a química entre Wallie Ruy e Rômulo Braga. Por fim, que bonito é ver brasilidade, nordeste, Brasil, interior, realidade. É um curta-metragem que aquece a alma, apesar do tema mórbido.
É um filme bonito, as interpretações são ótimas, a direção é segura, a situação-chave é muito dramática e a falta de clímaces (tudo ocorre como uma exposição do cotidiano) é interessantíssima, criando um valioso contraste entre o olhar de quem vive num lugar onde tudo passa muito rápido mas as pessoas são frias e um ambiente que parece parado no tempo, a despeito das recordações sempre revividas. Porém... Por que não funcionou comigo, se pareço ter apenas elogios para este filme? Acontece... Talvez eu tenha querido mais e as expectativas tenham sido muito elevadas já que gosto muito do diretor. A vida, né? (WPC>)
É lindo!
Merecido demais o prêmio cinemateca pernambucana