Um gaúcho honrado e bom homem perde a sua família e tudo o que tem ao ser levado à força para lutar contra os índios. O desespero o transforma em um gaúcho mau.
"La ley es tela de araña No la tema el hombre rico Nunca la tema el que mande Pues la ruempe el bicho grande Y sólo enrieda a los chicos"
Um clássico do cinema dirigido por Leopoldo Nilsson, baseado em um dos textos considerados sagrados para a literatura argentina: o poema épico de José Hernández.
"Martín Fierro" narra a trágica jornada de um gaúcho pacato e feliz que vive nos pampas com sua esposa e filhos. Forçado a ingressar no serviço militar para lutar na fronteira contra indígenas, Martín conhece a escravidão, a injustiça e a opressão.
Revoltado com o sistema e com a brutalidade que encontra ao retornar, Martín transforma-se em um desertor fora da lei. A história mostra os eventos sequenciais que resultam em sua decadência moral e social, enquanto destaca a perda das esperanças e sua luta pela sobrevivência.
O filme é uma forte crítica social que, ainda hoje, ecoa com grandiosidade e melancolia. O realismo e a selvageria estão presentes em muitas cenas. O cenário é um importante elemento dramático: o pampa argentino, árido, vasto e solitário. E Martín, um bravo homem cansado de tantas pelejas que, de certa forma, aceita seu destino.
Bem maneiro aprender mais um tiquim dos costumes dessa área. Embora, num geral, seja mais leve, há um bocado de cenas em que "Martín Fierro" supera fácil o cinema do Miguel Haneke. É intrigante
"La ley es tela de araña
No la tema el hombre rico
Nunca la tema el que mande
Pues la ruempe el bicho grande
Y sólo enrieda a los chicos"
Um clássico do cinema dirigido por Leopoldo Nilsson, baseado em um dos textos considerados sagrados para a literatura argentina: o poema épico de José Hernández.
"Martín Fierro" narra a trágica jornada de um gaúcho pacato e feliz que vive nos pampas com sua esposa e filhos. Forçado a ingressar no serviço militar para lutar na fronteira contra indígenas, Martín conhece a escravidão, a injustiça e a opressão.
Revoltado com o sistema e com a brutalidade que encontra ao retornar, Martín transforma-se em um desertor fora da lei. A história mostra os eventos sequenciais que resultam em sua decadência moral e social, enquanto destaca a perda das esperanças e sua luta pela sobrevivência.
O filme é uma forte crítica social que, ainda hoje, ecoa com grandiosidade e melancolia. O realismo e a selvageria estão presentes em muitas cenas. O cenário é um importante elemento dramático: o pampa argentino, árido, vasto e solitário. E Martín, um bravo homem cansado de tantas pelejas que, de certa forma, aceita seu destino.
Minha nossa... das obras que merecem todos os elogios por tentar dar outra forma sobre uma obra magistral, como o poema de José Hernández.
Bem maneiro aprender mais um tiquim dos costumes dessa área. Embora, num geral, seja mais leve, há um bocado de cenas em que "Martín Fierro" supera fácil o cinema do Miguel Haneke. É intrigante
notar que eles chamam a moeda de real! ... aí depois chamam de peso de novo.
Umas mil mortes durante o filme e tals, mas uma boa história.