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Data de lançamento
19 Maio 1989Duração
Dalton é um lendário segurança que chega a Jasper, Missouri com um propósito definido: restaurar a ordem no perigoso bar Double Deuce. Mas, à medida que ele limpa o bar de maus elementos, arruaceiros e pistoleiros, ele acaba por atrair a ira do homem que os contrata: o famoso criminoso Brad Wesley. A cidade é assombrada pelo medo que tem de Wesley, mas Dalton está pronto para a ação! Ele enfrenta os capangas de Wesley uma briga após a outra, mas quando eles resolvem se vingar com toda a ira, Dalton sabe que terá que enfrentar o próprio chefão do crime em uma batalha decisiva.
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Há muito tempo não revia esse clássico da Sessão da Tarde, nem lembrava que tinha o Sam Elliot.
Pelo nome do filme no Brasil, achamos que o protagonista vai ser um assassino de aluguel e não tem nada a ver, incrível como viajam nos meus em português.
Patrick Swayze descendo a porrada geral, tem umas coreografias de luta ridículas, mas em geral é um bom filme. O roteiro tem uma direção, que o diretor segue a risca até o final. Foi bom ter revisto.
Curtia demais esse filme, minha memória é de pegar passando sempre na Globo. Achava as brigas/lutas muito massa, obviamente diferente dos filmes de kung fu que eu assistia mas tinha seu charme, a loira então nem se fala. Hoje vejo diferente porque "entendo" melhor, mas mesmo sendo típico e com seus pontos específicos da época ainda é um dos meus favoritos. Patrick Swayze era o cara
Revendo depois de Muitos anos, o filme continua muito divertido. A história é super simples, mas aqui o que vale mesmo é a presença do Patrick Swayze que está muito bem, o Dalton é aquele personagem que adoramos torcer por ele. Tem bastante pancadaria e ainda bons momentos, e mesmo tendo quase duas horas de duração, acaba passando rápido. Também acho que o personagem do Sam Elliott poderia ter mais tempo de tela, mas nem isso tira os méritos do filme.
Esse filme é mágico!
Ele conta com um fiapo de roteiro, explosões desnecessárias e lutas com coreografias duvidosas.
Mas apesar de tudo isso, Road House tem muito coração e toda aquela magia dos anos 80, que deixa tudo divertido e cativante.
Achei uma pena Sam Eliott não ter muito tempo em tela. A dupla e Dalton e Wade combina bastante.
Só a abertura com os Cruzados tocando e as cenas da banda do Jeffey Healy já valeriam o filme, mas as porradas também são show de bola