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Paul (John Diehl) é um veterano de guerra, que depois do 11 de setembro entra numa paranóia patriótica e xenófoba, se transformando num pseudo-agente. Obcecado pela necessidade de identificar os inimigos, ele vigia as ruas da cidade de Los Angeles em busca de ameaças árabes terroristas. Seu oposto é a sobrinha Lana (Michelle Williams), uma jovem que há 10 anos ajuda em missões humanitárias e, por isso, possui uma visão de mundo completamente diferente da dele. Quando testemunham o assassinato de um sem-teto paquistanês, eles decidem investigar o caso juntos.
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Filme menos conhecido do Wim Wenders, e tb menos apreciado, mas me envolveu tanto quanto os seus clássicos, esse tipo de filme me agrada muito, e o desfecho dele e a trilha do sonora do mestre Leonard Cohen foi a cereja do bolo.
Que filme ruim!
A crítica que esse filme apresenta é realmente comovente, eu gosto desse filme desde que o assisti pela primeira vez em um canal da TV por assinatura. As atuações do elenco (que por sinal nem é conhecido) são muito boas.
O grande barato de LAND OF PLENTY é retratar a angústia e a paranoia (sem perder o bom humor) dos Estados Unidos pós 11 de setembro. John Diehl interpreta Paul, um ex-sargento sobrevivente da guerra do Vietnã que dedica as 24 horas de seu dia a patrulhar a cidade de Los Angeles (cinzenta, empoeirada e triste) como se ainda servisse ao exército - e a grande sacada do filme é jamais deixar claro o grau de insanidade do personagem: ele de fato registra num gravador suas informações para alguém ou simplesmente não aguenta a solidão oriunda do "milagre" que o salvara numa queda de helicóptero? Lana, vivida com delicadeza por Michelle Williams, é responsável pelas principais reflexões sobre a condição humana - o diálogo em que ela relata a comemoração de "pessoas comuns, não terroristas" quando ainda vivia no Oriente Médio, no momento em que viram pela televisão os aviões sequestrados colidirem com as torres gêmeas, é de uma sutileza calculada e muito profunda. Wim Wenders procura imprimir uma sensação de urgência e angústia com seus planos instáveis, e a montagem faz um belo trabalho ao intercalar as ações de Lana e seu tio Paul, até o momento em que se juntam de vez, no terceiro ato. LAND OF PLENTY pode não ser o filme mais inspirado de Wim Wenders, mas certamente é um reflexo duro e legítimo de uma época.
A ideia que orbita a obra é excelente.
Mas foi conduzida "na pressa".
Um ex combatente da guerra falida do Vietname,
que sofre de distúrbios psicológicos ampliados
por conta dos atentados do famigerado
onze de setembro, e que tem a ajuda de
um ajudante tão insano quanto,
para suas empreitadas nacionalistas.
Uma sobrinha lerda que quer reencontrar o tio
mas está mais perdida que o próprio.
Atores medíocres, com cenas ruins e uma
trilha sonora medonha que começa do nada
e que não dá significância alguma à obra.
Em suma, o diretor não soube conduzir uma ótima ideia.