As irmãs e atrizes de vaudeville Hank e Queenie Mahoney chegam à Broadway, onde o amigo Eddie Kerns prepara a apresentação do show de Francis Zanfield. Eddie já conhecia Hank, por quem um dia foi apaixonado. Mas ele nunca tinha visto Queenie. E foi amor à primeira vista. Ocorre que ela está envolvida com um homem da alta sociedade de Nova York, Jock Warriner, e por isso resiste às investidas do rapaz. Até que Queenie perceba que é apenas um passa-tempo para o rico Jock, levará algum tempo para ela começar a se interessar por Eddie.
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Não revia este filme há mais de vinte anos, e lembro que havia gostado bastante da primeira vez, de modo que estranho o rechaço extremo dos espectadores contemporâneos. O revi por ocasião de uma Mostra de Extensão sobre os vencedores do Oscar e, de fato, confirmo que o filme envelheceu mal, sobretudo em termos ideológicos. Como o som ainda era uma novidade, no período, há trechos que parecem reféns do cinema mudo de antes, com intertítulos e silêncios "involuntários". Destes, eu gostei bastante, tanto quanto da abertura genial, em que o som é explorado de maneira cômica, enquanto bibelô de algaravia. Bessie Love se destaca nos momentos dramáticos e, quando a fotografia ousa enquadrá-la (no instante em que ela chora na cama, por exemplo, aguardando a irmã), a direção faz jus à indicação que recebeu. Mas, no geral, o filme entrega-se a uma teatralidade de revista, mecânica, centrada numa narrativa clicherosa e inevitavelmente machista. O tal "projeto de nação" servindo à lógica impositiva dos estúdios hollywoodianos em ascensão. Mas é um filme divertido, não se nega. O debate, ao final da sessão, foi maravilhoso! (WPC>)
Filme que envelheceu mal. Mesmo sendo um dos primeiros vencedores do Oscar, talvez pela sua inovação de ser um dos primeiros musicais da história. O enredo é inocente demais para os dias de hoje e as atuações não são tão chamativas. Mas vale conferir por curiosidade e importância.
Um filme de 1929 retratando a realidade de 1929. Eu gostei muito e me surpreendi bastante.
Bem sem graça
- sério mesmo que essa patifaria ganhou o oscar? tempos difíceis essas primeiras premiações
- só vale por ser um dos que abriu caminho para os grandes musicais
- o filme é bem chato, beirando o insuportável, descartável