A história do talentoso pianista Eddy Duchin, que entre as décadas de 1930 e 1940 encantou o mundo musical, mas conheceu o sabor da amargura quando seu grande amor morreu precocemente.
filme é o que a vida de Eddy Duchin realmente poderia ter sido, mas não foi. Eu gosto muito desse filme. É realmente um filme grandioso,com glamour e muito bem feito musicalmente ( com a presença até da grandiosa música Aquarela do Brasil), fotograficanente, com boas atuações e cenas marcantes ( como o do menino tocando pianocom o Eddy na guerra e a banda do filho tocando com o pai) , mas o filme tem muita romantização se comparado com a vida real, nesse filme acompanhamos a ascenção de um pianista pobre que teve a ajuda de uma bela mulher da alta classe e acabam se apaixonando e sua carreira decola, não contarei mais pra não dar spoiler, mas o que vi foi que Hollywood nao dramatizou onde devia como no antissemitiismo que o casal sofreu após casarem, também suavizou na relação do Peter e Eddy. O Perder escreveu dois livros pra relatar sua história, Ghost of a Chance e Face of a Music, fix uma rápida pesquisa e vi que a reconciliação não foi exatamente tão bela e como no filme, o verdadeiro Eddy foi um cara muito mais complexo e humano do que o retratado nesse filme, entretanto o filme não deixa de ter sua beleza mostrando como a música pode ser importante para as relações humanas ou pra psique
George Sidney dirige esta comovente história de um homem que descobre tarde demais a verdadeira essência da vida. "Melodia Imortal", de 1956, é um filme de rara emoção embalado por uma magnífica trilha sonora contendo músicas inesquecíveis de Cole Porter, George Gerswin, Frederic Chopin e Oscar Hammerstein.
Me recordo de ter assistido este drama clássico na extinta Sessão Versão Original (TV Manchete), na década de 80. Destaque para as excelentes interpretações de Kim Novak e Tyrone Power. Ótimo filme!
Uma das biografias mais desanimadoras que já pude ver.Olha que escala bem Power para o protagonismo e ainda assim consegue se destacar em meio a um roteiro raso demais.Novak consegue ser um bom suporte.
Atuação muito boa de Tyrone Power e presença marcante da belíssima Kim Novak (que infelizmente não fica tanto tempo no filme). Destaque para a trilha sonora. Uma história real com momentos bem tristes
[/spoiler] No início Eddy chega todo animado para se integrar a orquestra mas a princípio isso lhe é negado; se casa com a mulher amada mas ela morre pouco depois de dar a luz ao filho; Eddy culpa o menino pela morte da esposa e passa anos sem ter contato com ele; finalmente quando aparece de vez na vida do menino (que já tinha 12 anos), eles se reconciliam, passam bons momentos juntos, inclusive tocando piano, e infelizmente Eddy descobre que estava muito doente. [spoiler]
Não conhecia esse pianista e foi uma grata surpresa. A elegância e os figurinos são apaixonantes. Trilha sonora maravilhosa, com direito a "Aquarela do Brasil ",uma injustiça não ter ganho o Oscar.
Fiquei de cara igual à ele, quando descobri quem era a Chiquita! Que legal quando ele encontra o menininho apaixonante na guerra. Gostei que trataram da morte como uma coisa natural,e não de forma sensacionalista. E pensar que somente a mãe e o filho ainda estão vivos! Final emocionante de cortar o coração.
filme é o que a vida de Eddy Duchin realmente poderia ter sido, mas não foi.
Eu gosto muito desse filme. É realmente um filme grandioso,com glamour e muito bem feito musicalmente ( com a presença até da grandiosa música Aquarela do Brasil), fotograficanente, com boas atuações e cenas marcantes ( como o do menino tocando pianocom o Eddy na guerra e a banda do filho tocando com o pai) , mas o filme tem muita romantização se comparado com a vida real, nesse filme acompanhamos a ascenção de um pianista pobre que teve a ajuda de uma bela mulher da alta classe e acabam se apaixonando e sua carreira decola, não contarei mais pra não dar spoiler, mas o que vi foi que Hollywood nao dramatizou onde devia como no antissemitiismo que o casal sofreu após casarem, também suavizou na relação do Peter e Eddy. O Perder escreveu dois livros pra relatar sua história, Ghost of a Chance e Face of a Music, fix uma rápida pesquisa e vi que a reconciliação não foi exatamente tão bela e como no filme, o verdadeiro Eddy foi um cara muito mais complexo e humano do que o retratado nesse filme, entretanto o filme não deixa de ter sua beleza mostrando como a música pode ser importante para as relações humanas ou pra psique
George Sidney dirige esta comovente história de um homem que descobre tarde demais a verdadeira essência da vida. "Melodia Imortal", de 1956, é um filme de rara emoção embalado por uma magnífica trilha sonora contendo músicas inesquecíveis de Cole Porter, George Gerswin, Frederic Chopin e Oscar Hammerstein.
Me recordo de ter assistido este drama clássico na extinta Sessão Versão Original (TV Manchete), na década de 80. Destaque para as excelentes interpretações de Kim Novak e Tyrone Power. Ótimo filme!
Uma das biografias mais desanimadoras que já pude ver.Olha que escala bem Power para o protagonismo e ainda assim consegue se destacar em meio a um roteiro raso demais.Novak consegue ser um bom suporte.
>Assistido em 06 de Fevereiro de 2023
Atuação muito boa de Tyrone Power e presença marcante da belíssima Kim Novak (que infelizmente não fica tanto tempo no filme). Destaque para a trilha sonora.
Uma história real com momentos bem tristes
[/spoiler]
No início Eddy chega todo animado para se integrar a orquestra mas a princípio isso lhe é negado; se casa com a mulher amada mas ela morre pouco depois de dar a luz ao filho; Eddy culpa o menino pela morte da esposa e passa anos sem ter contato com ele; finalmente quando aparece de vez na vida do menino (que já tinha 12 anos), eles se reconciliam, passam bons momentos juntos, inclusive tocando piano, e infelizmente Eddy descobre que estava muito doente.
[spoiler]
Não conhecia esse pianista e foi uma grata surpresa.
A elegância e os figurinos são apaixonantes.
Trilha sonora maravilhosa, com direito a "Aquarela do Brasil ",uma injustiça não ter ganho o Oscar.
Fiquei de cara igual à ele, quando descobri quem era a Chiquita!
Que legal quando ele encontra o menininho apaixonante na guerra.
Gostei que trataram da morte como uma coisa natural,e não de forma sensacionalista.
E pensar que somente a mãe e o filho ainda estão vivos!
Final emocionante de cortar o coração.